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Vingadores: Era de Ultron | Dos quadrinhos às telas: uma reunião global

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“Só existe um caminho para a paz… a extinção dos Vingadores.”

Ultron

Com a produção em pré-produção de Vingadores: Era de Ultron em Londres, a primeira ordem do cronograma era uma filmagem de três semanas em Johanesburgo, na África do Sul. A silhueta da cidade e as áreas próximas forneceriam o cenário para uma das maiores sequências de ação do filme envolvendo o Homem de Ferro e o Hulk. “Johanesburgo tem visual e estilo arquitetônico muito particulares, que eu gosto muito”, diz Joss Whedon. “A cidade tem seu próprio ritmo, sensação, tons e tem um aspecto terreno no visual. É muito diferente de outras locações em que filmamos. Você logo sabe que não está na América do Norte.”

Preparando a sequência do filme, o diretor Whedon explica, “A equipe tinha que vir da costa africana para encontrar Ultron e a Feiticeira Escarlate que atingiu Banner e o fez passar por um pesadelo tão terrível que ele se tornou não só o Hulk, mas um Hulk totalmente descontrolado. Ele está totalmente fora de controle e vai para o meio da cidade meio que por acaso e fica desesperado com o barulho, as luzes e a quantidade de pessoas. Não se trata do Hulk super-herói; é na verdade uma versão assustadora e ele não consegue lutar contra isso. O Homem de Ferro também tenta tirá-lo da cidade e afastá-lo das áreas povoadas de modo que ele possa controlá-lo e fazer Bruce voltar”.

Necessitando de mais poder de fogo do que sua habitual armadura do Homem de Ferro, Tony finaliza sua peça de tecnologia mais nova, adequadamente chamada de traje Hulkbuster. “A Hulkbuster é uma peça icônica da tecnologia do Homem de Ferro e foi algo sobre o que falamos em todos os filmes do Homem de Ferro”, diz Feige. “Em Homem de Ferro 3 nossa incrível equipe desenhou dezenas de armaduras e algumas delas eram uma espécie de homenagem ao traje Hulkbuster, e em dado momento Joss disse, ‘Esqueçam a homenagem à armadura Hulkbuster, nós vamos fazê-la em Vingadores: Era de Ultron.

A ideia de Tony Stark para o Hulkbuster é um conflito divertido para os fãs”, diz Whedon. “É só para poder enfrentá-lo, como uma situação tipo ‘que se dane’. o que vai contra a profunda amizade entre Tony e Banner. Nós ficamos sabendo no filme que eles construíram a armadura Hulkbuster juntos para o caso de algo dar muito errado. Então são dois caras que se gostam muito, mas precisam se confrontar e é isso que torna uma sequência especial. Você sabe que isso vai mudar a vida deles e o modo como se comportam um com o outro. Essa é a chave para tudo porque é preciso sempre acompanhar como isso os tornam diferentes. Onde está a ameaça emocional?

A luta da Hulkbuster é uma das maiores sequências de ação do filme e é realmente espetacular”, diz Kevin Feige. “Uma incrível sequência de ação, mas também fala de um grande amigo que tenta derrubar e deter seu amigo. Quando cortamos para dentro do capacete com tomadas de Tony, nós nunca perdemos isso de vista. Ele está sempre dizendo ‘Bruce, você tem que me ajudar aqui. Controle-se’. Mesmo quando ele está literalmente socando o Hulk no concreto. Só é possível ter esse tipo de ação em uma série de filmes que as pessoas estão seguindo. As pessoas entendem a dinâmica entre os personagens e a humanidade entre seus alter egos.”

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Para os cineastas, fazer a sequência exigiu uma enorme coordenação entre o governo local da África do Sul e os cidadãos de Johanesburgo. “Quando se faz um filme deste tamanho, é preciso que o governo apoie, coopere e dê acesso à cidade que você precisa. Nós procuramos por toda a África para fazer esta sequência, e Johanesburgo foi com certeza o lugar certo”, diz Jeremy Latcham. “Tinha o visual e o acesso às ruas de que precisávamos. Era muito bom para filmar. Nas ruas no centro da cidade nós voamos de helicóptero, batemos carros e fizemos explosões pirotécnicas enormes. É muito eletrizante encontrar governos que querem que filmes sejam realizados lá para mostrar a cidade e é isso que fizemos e eu acho que o povo de Johanesburgo ficará emocionado de ver sua cidade bem representada na telona.”

Eu soube por nossa equipe que eles estavam muito felizes por nós filmarmos em Johanesburgo”, diz Joss Whedon. “O governo foi ótimo, a cidade foi ótima e as pessoas abriram as portas para nós e nós não conseguiríamos fazer isso com essa escala sem esse apoio. Somos muito gratos porque não dá para capturar um lugar assim a não ser que você esteja de fato lá. Eu devo dizer que os figurantes locais foram ótimos e nos deram muita energia correndo pelas ruas da cidade várias vezes para cada cena.”

Depois da filmagem na África do Sul, os primeiros dias da fotografia principal foram no Vale d’Aosta, na Itália. Raramente visto em filmes americanos, o Vale d’Aosta é uma região montanhosa semiautônoma no noroeste da Itália. Faz fronteira com Rhône-Alpes, na França, a oeste, Valais, na Suíça, ao norte e a região de Piemonte ao sul e a leste. O Vale d’Aosta é a menor das regiões italianas, mas muito conhecida em todo o mundo por suas trilhas nas montanhas que entraram para a história do montanhismo. A região também tem muitos castelos e construções medievais. Para os cineastas, um prédio histórico, em particular, foi fundamental para levar a produção para a região.

O prédio que data do ano 1000, foi transformado na fortaleza de Strucker para a abertura do filme. “Nós temos uma filmagem aérea da fortaleza quando toda a equipe dos Vingadores está invadindo o lugar para tentar encontrar o Cetro de Loki. Homem de Ferro, Hulk, Viúva Negra, Capitão América e Thor estão na sequência e é uma loucura quando eles atacam a fortaleza para deter Strucker e seus capangas.”

Latcham continua, “A busca pela fortaleza Strucker começou um ano antes da produção. Nós falamos ao nosso gerente de locação que precisávamos de uma estrutura impressionante na região e que não tivesse sido vista antes. Nós queríamos abrir o filme na neve e queríamos um prédio enorme, belo e ameaçador. Nós procuramos em todo o mundo e enviamos equipes de locação de carro pela Europa. Eles passaram dois meses indo a vários locais históricos que tinham uma estrutura assim”.

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A produção também filmou em outras locações ao redor do Vale d’Aosta, que se passaria pela fictícia Sokovia. Os atores Jeremy Renner, Elizabeth Olsen e Aaron Taylor-Johnson iniciaram a produção com uma explosão conforme lutam em Sokovia. “No nosso primeiro dia na Itália, nós estávamos filmando um segmento do fim da batalha do filme, que é o que acontece nos filmes às vezes”, diz rindo Jeremy Renner. “A equipe italiana construiu belos cenários e rochas de verdade caíam e foi ótimo porque facilitou muito ir direto para a sequência quando todos os elementos são práticos e não é preciso usar uma bola de tênis e tela verde.”

O ator continua, “Filmar em locações práticas faz você confiar no que está acontecendo e em que está atirando sua flecha. Quando estávamos na Itália, a cidade tinha uma aparência arenosa bem parecida com o leste europeu e, além disso, podia-se ver os Alpes e as lindas paisagens que na verdade são bonitas demais. É engraçado porque eu acho que terão que usar tela verde na parte bonita quando estamos na Itália, para que tenha uma aparência mais destruída pela guerra, e tenha o visual de Sokovia”.

Para Elizabeth Olsen, ver o tamanho e o escopo da produção italiana foi muito útil para incorporar seu novo papel de super-herói. “A maior vantagem de trabalhar nessas produções maiores é que quando você pode entrar no cenário, eles transformam a coisa toda”, diz Olsen. “Você está mesmo na cidade de alguém e parece que tudo está destruído e demolido. Eu me sentia mal quando via um morador de lá passando e ele olhava toda a destruição e bagunça como se fôssemos loucos.

Quando eu vi pela primeira vez o cenário da batalha final na Itália, eu olhei ao meu redor e disse ‘Gente, este é o cenário perfeito’”, conta Joss Whedon. “Nós tínhamos a ponte perfeita, necessária para a história, mas o mais importante era que tudo é lindo. Cada beco é simplesmente maravilhoso, então tivemos a liberdade para apontar a câmera em qualquer direção. Nós queríamos que tivesse uma sensação de anarquia como se estivesse no meio de uma guerra, mas para onde que eu apontasse a câmera, eu dizia ‘Sim, filma isso!’.”

O diretor continua, “Foi muito emocionante e eu acho que os atores tiveram ótimos desempenhos. Não é fácil para esses heróis. Eles estão passando por coisas muito grandes e o que eu queria inserir no filme seria algo bem diferente do primeiro filme. São ambientes muito diferentes, mas ainda assim eles são integrados com as pessoas por isso não é tipo: ‘Sou geneticamente superior, vamos lutar!’. Em vez disso é ‘Há pessoas lá e elas são o motivo da nossa existência: para ajudar’”.

Com o trabalho concluído com sucesso na Itália, a produção retornou a Londres. Um dos primeiros cenários que a produção filmaria era o enorme cenário que englobava a nova Torre dos Vingadores na cidade de Nova York. “Em Os Vingadores, a ponte do aeroporta-aviões foi talvez o maior cenário em que eu já pisei”, diz Kevin Feige. “Neste filme, o cenário da Torre dos Vingadores é muito maior. Muito do filme se passa lá; tem muitos andares; é exposto para fora de modo que se pode ver a cidade de Nova York e também um hangar específico do Quinjet agora”.

Originalmente no roteiro, Joss queria um grande espaço porque seriam filmadas muitas cenas lá e também teria muito tempo de tela no cenário”, diz o desenhista de produção Charles Wood. “Se você faz a filmagem durante vinte e cinco dias no mesmo cenário, é preciso criar algo em que tenha vários ambientes internos. Nós queríamos que tudo fosse conectado, mas também queríamos poder movimentar de baixo para cima e vice-versa. Tem várias plataformas de luta e também uma bela vista da cidade de Nova York. É por isso que construímos a grande peça de vidro na frente, que é bem fluida, com curvas simples, porque analisamos todo o aspecto de engenharia e tentamos incorporar alguns elementos arquitetônicos vistos em edificações modernas de hoje.”

Condizentemente, o Quinjet recebeu um visual novo para combinar com seu hangar avançado. O redesenhado Quinjet tem um visual mais militar desta vez, e os pilotos agora podem ter uma boa visão do ambiente ao redor deles enquanto voam. O desenho da cobertura teve como base a cabine de um helicóptero com vidro na frente e embaixo, que dará ao público uma grande sensação de velocidade quando o Quinjet estiver voando pelo espaço aéreo da cidade. O interior foi substituído por um espaço mais elegante e utilitário, com acabamentos luxuosos e estofamentos removidos para dar um visual mais radical.

Os atores também gostaram de poder trabalhar em ambientes reais em tão grande escala. “A Torre dos Vingadores era tão enorme, com detalhes e na escala de ser uma mansão real, e ficou realmente fascinante”, diz Elizabeth Olsen. “Foi certamente o cenário mais legal que eu já vi e também gosto muito de transformar lugares reais em mundos, e eles conseguiram neste caso”. Chris Hemsworth comenta: “Era um cenário incrível. Foi um dos cenários mais impressionantes em que já estive. É a casa do Tony Stark, então tinha que ser grande, de alta tecnologia, e era. Também foi o primeiro cenário no qual o grupo todo filmou junto, então foi legal estar num cenário assim para filmar a cena da festa e estarmos todos juntos.”

Apesar de ser um cenário incrível, o chão se tornou um desafio para os atores depois de muitas sequências de ação. “Quando eu andei pelo cenário pela primeira vez eu disse ‘Uau, é realmente impressionante’”, diz Robert Downey Jr. “Mas conforme fazíamos as cenas não tínhamos previsto o que ia acontecer quando os estilhaços de vidro das sequências de ação caíam no chão. Na verdade, tornou-se praticamente um rinque de patinação futurista onde era quase impossível andar. O chão é muito bonito, mas escorregadio, o que acrescenta uma dose imprevista de emoção e perigo quando se tem que dar três passos. Isso também fez com que todos se tornassem dançarinos melhores.

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“A Torre dos Vingadores é um dos mais belos cenários em que eu tive o privilégio de trabalhar”, diz Joss Whedon. “Charles Wood fez um belo trabalho e foi um dos melhores desenhos de produção que já vi. Eu quase fiquei louco algumas vezes porque o espaço é tão grande que a iluminação fica muito geral porque não se pode fazer muito. Mas ficou realmente incrível na tela e me deu muitas opções para filmar e fazer as cenas sem precisar descobrir como esconder coisas.”

Também era um enorme cenário no qual os Vingadores puderam ver Ultron pela primeira vez, que acaba com a festa dos Vingadores e solta sua fúria na equipe. A cena também marcou a primeira vez que qualquer um dos atores contracenou com James Spader no papel de Ultron. “Quando James apareceu no set no primeiro dia, ele usava o traje de marcação, e um anel de metal com uma grande lâmpada alguns metros acima de sua cabeça para que os outros atores soubessem para onde olhar”, explica Chris Evans. “Por mais ridículo que ficasse, ele estava muito poderoso, e ele é um ator tão bom que conseguiu cativar todos nós com essa aparência.”

Para mim, uma das coisas interessantes de interpretar Ultron é que o personagem é na verdade uma estrutura metálica, mas eles inseriram gestos faciais meus no personagem”, diz Spader. “Ultron evolui durante o filme até um ponto em que ele tenta curiosamente se delinear de modo distinto para ser um homem e não uma criação. Ele está indo mais e mais nessa direção e adquirindo o aspecto físico, a articulação do corpo e os movimentos humanos. Essas foram as características que surgiram nas primeiras conversas que eu tive com Joss. ‘Qual será minha contribuição?’ ‘É só a voz?’ E ele me disse ‘É o que você puder e o quanto sua agenda permitir.’ Então eu disse a ele que quando faço um filme ou algo assim, eu mergulho por inteiro!

O personagem Ultron foi uma das primeiras vezes em qualquer filme em que eu não tinha ideia de como seria um personagem e seu desempenho”, diz Chris Hemsworth. “Mas a primeira vez que vi James interpretar o personagem, tudo fez sentido. O texto é muito complicado em termos da cadência e do ritmo de sua fala. Ele também tem um tom sarcástico e irônico, mas muito inteligente. É uma bela mistura, e eu me lembro de que na primeira vez que ele entrou no set e fez um grande monólogo, quando acabou, nós até aplaudimos e esquecemos nossas falas porque ficamos muito cativados com o que ele estava fazendo.

Normalmente, com um personagem como este você teria só uma bola de tênis posicionada e o assistente de direção lendo o diálogo, e você teria que reagir a isso”, acrescenta Mark Ruffalo. “É incrível ter James fazendo todo o diálogo do personagem porque quando você começa a assisti-lo e vê o personagem ganhar vida, você pensa ‘Você está tão maravilhoso, está incrível’, em vez de se perguntar ‘Quem é esse cara? Ele é um vilão? O que está acontecendo?’. Ele estava incrível e dava para ver as camadas sendo construídas no desempenho. Eu acho que quando você começa com alguém como James Spader, o nível já fica muito elevado, e os fãs vão adorar o personagem.

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Filmar cenas em Seul, na Coreia do Sul foi o passo seguinte para os cineastas, e foi a primeira vez que uma grande produção americana filmou na capital. A Coreia do Sul tem uma base de fãs da Marvel que cresce rapidamente e, de acordo com o produtor executivo Louis D’Esposito, “A Coreia do Sul se tornou um dos principais mercados mundiais”. Continuando, ele adiciona: “Quando Os Vingadores foi lançado lá, o mercado simplesmente explodiu e tem crescido exponencialmente desde então. Mantendo o mantra de filmar em locações e países que não foram muito vistos no cinema, Seul se encaixa perfeitamente, já que a cidade nunca foi mostrada da forma como este filme vai mostrá-la.

Seul é uma cidade inovadora da vida real, e tem uma sociedade movida a tecnologia e eles adoraram a ideia que irmos lá filmar a cidade e mostrá-la”, diz Kevin Feige. “Eles foram incrivelmente gentis e nos deram acesso sem precedentes à cidade e às áreas que nunca foram vistas em filmes antes.” Uma dessas locações foi a Mapo Bridge, que atravessa o Rio Han na Coreia do Sul e conecta o Mapo District ao Yeongdeungpo District. A ponte seria o pano de fundo da sequência em que o Capitão América persegue e sobe na traseira de um caminhão de 18 rodas a partir de uma moto. Para fazer a filmagem da sequência, a produção fechou a ponte que tem extensão de 1,6 km. Foi a primeira vez que a ponte foi totalmente fechada.

O incrível em Seul é que há centenas de diferentes pontes na cidade e nenhuma delas se parece”, explica o diretor da segunda unidade John Mahaffie. “Nós tivemos muita cooperação da cidade de Seul e descobrimos que tínhamos conseguido autorização para filmar na Mapo Bridge, o que foi muito empolgante. É uma ponte de 10 pistas, uma das mais largas e longas pontes em Seul, e eles foram muito generosos em nos permitir fechá-la dos dois lados para a cena, o que foi fantástico.

Um recurso único para a produção foi o uso de drones e carros de controle remoto para posicionar as câmeras em locais que jamais poderiam ser alcançados por operadores de câmera ou helicópteros. A produção convidou os irmãos especialistas Menstru Pa, que é campeão coreano de voo de drones, e Pak Min Keu, que é campeão coreano de corrida de carros de controle remoto. “As câmeras-drone eram incríveis”, diz a produtora executiva Patricia Whitcher. “E estão começando a se tornar uma ferramenta que podemos usar em filmagens porque em muitos países não é permitido usá-las por questões de segurança. A vantagem do drone é que você consegue chegar muito mais perto da ação do que com um helicóptero, e também é menos invasivo e menos perigoso. De muitas maneiras é muito mais flexível e muito mais barato. Menstru Pa é muito talentoso e tudo que pedíamos a ele para fazer com o drone ele conseguia.”

Whitcher continua, “Nós também tínhamos o operador do carro de controle remoto Pak Min Keu, que era seu irmão, e ele operava o pequeno carro de controle remoto no qual montamos uma câmera que passava pelo tráfego, sob os carros e caminhões. Isso nos permitiu filmar sequências de perseguição como nunca antes. Ele tinha nervos de aço porque havia uma câmera bem cara montada no carrinho e ele conseguia manobrá-lo muito perto da ação e nunca cometeu um erro ou atrapalhou uma cena.”

A produção filmou em muitas locações, incluindo Digital City, Gangnam, K1 University, Mapo Bridge e nos telhados em Namsam. Para fazer todas essas sequências, a produção confiou em uma enorme equipe de produção que incluíram coreanos e americanos trabalhando juntos. “É preciso muita preparação com os locais porque temos que explicar a todos exatamente o que queremos e como será feito”, diz Mahaffie. “A Coreia do Sul nunca viu um filme dessa estatura sendo filmado no país e alguns dos desafios e ação que estávamos tentando realizar envolviam informações detalhadas transmitidas às diferentes pessoas, aos locais, à polícia e ao governo. Eles nos apoiaram totalmente e foi fantástico.”

O intenso interesse na marca Marvel elevou-se quando o ator Chris Evans chegou para fazer suas cenas. “Chris Evans é um grande astro na Coreia do Sul e atuou no filme de sucesso coreano Expresso do Amanhã”, diz Jeremy Latcham. “Eles também são grandes fãs de nossos filmes, então quando chegamos ao aeroporto havia milhares de fãs para vê-lo. Isso também aconteceu durante a produção na Coreia com milhares de pessoas muito empolgadas nas ruas para assistir a filmagem.” O ator complementa:  “Os sul-coreanos são fãs muito entusiasmados. Eu não conheço muito a cultura local para entender sua história e ligação com os gibis, mas os filmes da Marvel são muito populares aqui. Também é muito bom estar aqui porque eles são muito calorosos e nos deixaram usar suas ruas por semanas e foram muito atenciosos e apoiaram as filmagens.

Filmar na Coreia foi muito significativo para a atriz coreana Claudia Kim que cresceu em Seul e interpreta a dra. Helen Cho no filme. “Eu me lembro de dizer a Joss Whedon que não importava se eu fizesse ou não o papel, eu estaria emocionada e muito orgulhosa como coreana por ter meu país num filme”, diz Kim. “Desde criança, eu não me lembro de um filme desta magnitude ter sido rodado aqui. Acho que é muito significativo para nós como país. A Coreia sempre teve uma reputação por seu enorme crescimento, mas eu acho que o país ainda está em desenvolvimento e é muito legal que esteja para sempre no filme Vingadores: Era de Ultron.”

Filmar a batalha épica final é sempre um dos maiores desafios de um filme da Marvel. Em Vingadores: Era de Ultron, a sequência da batalha final foi rodada em várias locações, incluindo Itália e os arredores de Londres. Encontrar uma locação próxima a Londres que pudesse se passar pelas ruas de Sokovia destruídas pela guerra não foi uma tarefa fácil para a produção, pois era necessário um grande espaço aberto que pudesse abrigar toda a produção por três semanas e ainda estar segura dos paparazzi. A produção teve sorte quando encontrou instalações do governo que tinham tudo que eles precisavam.

Eu acho que é seguro dizer que esta é provavelmente uma das melhores locações que um longa-metragem já conseguiu”, diz Louis D’Esposito. “Tinha cinco torres grandes em um enorme complexo. É um lugar enorme que nós refizemos com a ajuda da nossa equipe de produção e transformamos na cidade de Sokovia que filmamos na Itália. Os carros, as placas e a decoração dão uma sensação autêntica do leste europeu. Nosso desenhista de produção Charles Wood também construiu esta maravilhosa igreja e nós pudemos enviar o drone para cima e para baixo no cenário para capturar cada ângulo.”

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Jeremy Latcham acrescenta, “O cenário era gigantesco e nós tínhamos acesso a tudo. Então enviamos os artistas de storyboard, enviamos o pessoal de efeitos visuais e eles construíram o cenário no computador e nós sabíamos exatamente onde as câmeras deveriam estar, onde as explosões deveriam acontecer e logo começamos a montar toda a sequência assim que chegamos para os 17 dias de filmagens. Tinha muita ação, cenas perigosas e foi eletrizante. É uma ótima tela para se contar esta enorme história dos Vingadores”.

A instalação era um local que já existia e que se encaixava extremamente bem no estilo visual pós-comunista que estávamos procurando em certas áreas da Itália”, acrescenta o desenhista de produção Charles Wood. “Joss, repito, é extremamente flexível e nós sabíamos que precisaríamos de certos elementos: uma ponte, uma igreja e um mercado e logo percebemos que tudo funcionava muito bem e isso nos deu muito mais espaço para as cenas de ação do filme que talvez não tivéssemos em nenhuma outra locação.”

Para o diretor Whedon, o set foi tudo que ele podia ter esperado quando escreveu o roteiro. “Havia uma real sensação de comunidade que nós conseguimos criar nesta produção. A equipe de produção era incrível e a igreja que Charles Wood construiu era simplesmente linda. Filmar os Vingadores naquela igreja foi uma das coisas mais viscerais dos gibis que eu já filmei, e todos estavam ótimos. A equipe de dublês e os atores realmente agregaram muito. É uma visão diferente do que a que eu estou acostumado a ver e quando se tem o grupo todo lutando de forma prática tudo fica mais visceral e eletrizante.”

O final do filme é maior do que tudo que já fizemos no Marvel Studios e minimiza o final do primeiro filme”, informa Kevin Feige. “Nós esperamos que isso empolgue as pessoas, mas somos cautelosos ao dar a impressão de que era nosso objetivo fazer algo maior. Em certo sentido, não se pode aumentar a partir de um certo ponto, e achávamos que não conseguiríamos ir além e, por isso, passamos muito tempo nos relacionamentos dos personagens e na história, que é uma grande parte do filme. Mas os 10% finais do filme são diferentes de tudo que já se viu em um filme antes, o que é muito eletrizante.”

De volta a Londres, conforme a produção preparava as filmagens, os cineastas começaram a trabalhar para dar vida a Hulk e Ultron no filme. “Andy Serkis tem uma empresa chamada Imaginarium, baseada em Londres”, diz Jeremy Latcham. “É um grande estúdio de captura de movimento e o objetivo deles é evoluir na arte da captura de movimento como arte cinemática, o que é bem incrível, e eles fazem coisas inovadoras. Então começamos a trabalhar com eles nos personagens de Mark Ruffalo e James Spader para criar algo novo que fosse um passo além.”

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Andy Serkis cria e desenvolve a tecnologia de captura de desempenho, que é um estágio muito mais formativo da tecnologia”, diz Joss Whedon. “Agora é realmente direcionado ao desempenho e Andy vem atuando nesse ramo desde o início. Ele foi inestimável não só pelo aspecto tecnológico, mas também para os atores que trabalham no filme, ele foi tremendamente útil em termos de como colocar o que se faz como ator no personagem, o que, a princípio para mim era incompreensível.

Mark Ruffalo explica como a nova tecnologia mudou o jogo para seu desempenho como Hulk. “A dificuldade com a tecnologia no primeiro Vingadores foi que ela estava em um estágio em que você podia capturar o movimento, mas depois tinha de fazer todo o reconhecimento facial separadamente e não podia movimentar o corpo quando estava atuando, o que é proibitivo ao tentar criar um desempenho tão físico como o Hulk”, explica Mark Ruffalo. “Ajuda muito ter o corpo para interpretar, então eu achei muito frustrante da primeira vez. Embora estivéssemos usando a tecnologia mais avançada na época, era tudo meio imediato e eu me vi fazendo uma cena em que o Hulk ataca Loki na esquina de uma loja de tintas e literalmente entra correndo de um cenário para o outro para fazer outra cena.”

O ator continua, “Então, a tecnologia de captura de movimento deu um novo grande salto porque agora a parte da captura facial pode ser feita ao mesmo tempo que a de movimento. Então temos a integração do corpo, rosto e de todas as características físicas. E pode ter várias nuances, e isso é algo sagrado e valioso como qualquer outra coisa que fazemos no set. Eu realmente considero isso uma nova fronteira eletrizante para atores e artistas. Nós não ficamos mais distantes do nosso ser físico”.

Para Andy Serkis, tudo isso acontece num dia de trabalho. “A Imaginarium é uma oficina de criação de personagens digitais que usa captura de desempenho e uma das coisas que fazemos é dar consultoria e conselhos a atores, diretores e cineastas sobre a criação de personagens digitais”, diz Serkis. “Mark Ruffalo ficou muito interessado em trabalhar conosco e encontrar uma maneira de inserir mais da captura do desempenho no filme. O Hulk é um personagem de muita ação e foi um verdadeiro desafio. Ele não fica passeando, é um personagem muito combativo de se interpretar.

Para o supervisor de efeitos visuais Christopher Townsend, a tecnologia foi um ótimo recurso para sua equipe. “O que nós tentamos fazer com o Hulk neste filme foi de fato levá-lo para o próximo nível em termos de fotorrealismo e eu queria muito conseguir um personagem em quem o público realmente acreditasse e por quem tivesse empatia”, diz Townsend. “Com o desempenho de Mark e a direção de Joss, há mais momentos em que você vê seus sentimentos, e eu acho isso muito legal. Para que isso dê certo é preciso acreditar no personagem que está vendo na tela.

Para James Spader como Ultron, a experiência de captura de movimento foi completamente nova e um pouco intimidante, mas o talentoso ator estava a altura do desafio. “A primeira vez que eu fui ao estúdio para filmar com captura de movimento, eles me colocaram num traje e me fizeram fazer vários exercícios com diferentes tipos de movimentos bem específicos que eles capturavam com sensores e marcadores espalhados por todo o meu corpo e com as câmeras de referência ao meu redor. Depois, eles conectaram a um processo no computador e em 10 minutos uma imagem preliminar de Ultron, o personagem que eu estava interpretando, estava no monitor na minha frente, e todo movimento que eu fazia era transmitido ao vivo, através do personagem bem na minha frente. No dia seguinte eu ia filmar usando todo o processo, mas eu não sabia que diabos estava fazendo, e ficava confuso, mas foi entusiasmante. Foi muito divertido.

A figurinista ganhadora do prêmio da Academia® Alexandra Byrne retorna ao Universo Marvel para vestir os Vingadores novamente. A experiência, contudo, apresentou novos desafios à veterana figurinista. “Eu diria que meu maior desafio neste filme é a quantidade de super-heróis”, diz Byrne. “Acertar todos os visuais, fazer todos os trajes, as várias peças repetidas, saber quem é o dublê de quem, a quantidade de cenas de ação — tudo isso complica muito.

Byrne acrescenta, “Eles também estão filmando em diferentes continentes, então também há logística envolvida. Eu tenho uma fantástica equipe, então delegar é maravilhoso, mas é árduo fazer tantas cenas no exterior”. Mas como Byrne destaca, também há vantagens inerentes ao fazer uma sequência: “A alegria de voltar a um projeto é que você usa o que aprendeu e pode evoluir a partir disso. Então, por exemplo, Thor tem um grande traje; não é jeans e camisetas. Tem muito trabalho com cabo, tem muito movimento, tem muito trabalho em metal. Metal não dobra, então como fazer um traje? É minha terceira vez com Thor, e eu acho que Chris tem um belo visual.”

Em Vingadores: Era de Ultron, o público verá Thor com roupas de festa pela primeira vez. Ao descrever como ela encontrou o visual informal para ele, Byrne explica, “Chris Hemsworth conhece o personagem profundamente; ele é Thor. Então nós conversamos, analisamos diferentes peças e experimentamos algumas que eu comprei. Nós queríamos referências a Thor, mas mantendo o estilo do mundo. Tinha que ser um tipo de contradição. Se você coloca Thor com um visual temático, ele vai parecer fantasiado porque é um personagem muito singular, então temos que vestir o formato do corpo de Chris. Ele queria jeans, aí pensamos no que dá certo com jeans. Nós queríamos um paletó, então como isso evolui? Nós combinamos o paletó com uma camiseta muito informal de modo que ele tenha esse visual contraditório.

Uma das alterações mais interessantes e práticas foi a muito necessária calça de malha para o Hulk. O produtor executivo Jeremy Latcham fala sobre a nova peça estratégica no vestuário do Hulk: “Banner está muito assustado por ser o Hulk porque ele sabe que quando se transforma há sempre o potencial para algo ruim acontecer. Ele também sabe que o Hulk é um herói, então ele aceita isso. Mas uma das coisas que é chato de ser o Hulk é quando o surto de raiva termina e a roupa está toda rasgada no chão e isso pode ser constrangedor. Então uma das coisas que acrescentamos é que Banner usa calças de malha sob as calças. A calça é bem justa e de alta tecnologia, com tecido de microfibra e ela estica com ele. Ele agora tem um uniforme adequado para quando se transforma em Hulk e também para Bruce Banner, o que alivia a parte mais difícil de ser o Hulk.”

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O Gavião Arqueiro tem um novo casaco, especialmente desenhado para o filme, e algumas mudanças no visual também. “O filme começa e os Vingadores estão lutando em uma floresta nevada e o Gavião Arqueiro está com seu uniforme clássico do primeiro filme, mas nós também queríamos mudar isso um pouco, então redesenhamos a armadura, colocamos mangas e uma silhueta geral diferente”, conta Jeremy Latcham. “Nossa figurinista Alex Byrne e Ryan Meinerding, nosso artista conceitual, também colaboraram com um belo casaco para ele com linhas bem legais.

Byrne teve que começar do zero quando chegou a hora de criar os trajes para os dois novos personagens, Wanda (Elizabeth Olsen) e Pietro Maximoff (Aaron Taylor-Johnson). Byrne informa, “Para Pietro e Wanda, a questão era que precisávamos iniciar com eles em Sokovia, no leste europeu, e precisávamos acreditar que eles são órfãos que moram lá. Então, gradualmente vamos seguindo na direção de dar a eles um visual mais super-herói, de modo que existam as raízes do visual super-herói no que eles usam no dia a dia e haja uma evolução”.

Byrne acrescenta, “Para Wanda, eu busquei a moda do leste europeu e roupas mais étnicas. Foi uma mistura muito interessante de roupas com trajes com super-heróis e foi uma grande jornada para sua personagem”. Para Pietro ou Mercúrio, tem a ver com velocidade e ser aerodinâmico, então seu traje precisava ilustrar isso. “Aaron tem um físico incrível e o modo como ele se movimenta é muito atlético, como um bailarino. Ele é muito charmoso, então você pode usar linhas e torná-lo aerodinâmico.

Na primeira reunião do aderecista-chefe Barry Gibbs com o diretor Joss Whedon, Whedon expressou seu desejo de ter os adereços e armamentos dos Vingadores modificados. “Joss queria que os armamentos transmitissem a ideia de que Tony Stark ou a Indústria Stark tivesse usado novas tecnologias nas antigas armas”, diz Gibbs. “Então, embora não tivesse nada de errado com os antigos, ele os levou aprimorou, o que afetou itens como o escudo do Capitão, o arco do Gavião Arqueiro e algumas das armas da Viúva Negra.”

O escudo do Capitão América teve um upgrade em particular — ele agora pode ser chamado de volta, como os trajes do Homem de Ferro. Gibbs explica: “Em vez de duas alças atrás o escudo tem agora um elemento magnético que se acopla à luva e é bem legal. Há algumas cenas no filme em que o Capitão joga o braço para cima e chama o escudo de volta exatamente como o Homem de Ferro faz quando chama sua luva”.

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O equipamento de arco e flecha do Gavião Arqueiro também teve alterações interessantes. “Inicialmente, nós alteramos o arco”, conta Gibbs. “Todos adoraram o arco, mas, sendo preto, ele se perde no fundo, então fizemos num tom sutil marrom que se mescla com seu traje. Um dos nossos fornecedores enviou os mais modernos arcos e nós pudemos usá-los, eles muito gentilmente nos permitiram alterá-los no mesmo estilo, então o Gavião Arqueiro faz exatamente a mesma coisa: leva um pequeno arco, abre e ele se torna uma versão maior. O arco está um pouco mais aerodinâmico e adicionamos alguns novos recursos. Agora ele tem dispositivos de visão infravermelha e sônica embutidas, mas ainda mantém os recursos dos botões para acionar as flechas.”

Ao explicar o que é novidade na aljava do Gavião Arqueiro desta vez, Jeremy Latcham diz, “Uma outra coisa legal que mudamos é a aljava do Gavião Arqueiro, que está mais automática e rápida para recarregar e tem capacidade para nove flechas. Isso permite que ele possa pegar uma flecha rapidamente porque ela está sempre pronta. É a nova tecnologia que Tony deu a ele e nós sempre estamos querendo aumentar o número de flechas que ele pode carregar de uma vez para que seja algo convincente”.

Todas as flechas são novas em Vingadores: Era de Ultron. “Nós temos flechas comuns, balísticas, explosivas e com ácido, uma flecha-rede e uma flecha de distorção da mente”, informa Gibbs. Gibbs e sua equipe pedem a opinião dos atores para ver se as coisas funcionam, ou se preferem algo mais leve, mais pesado ou mais balanceado. Gibbs elabora: “Por exemplo, com Jeremy nós mudamos o arco porque há uma sequência em que ele queria lutar e, embora seja de alumínio, nós mudamos para que tivesse uma parte de borracha e assim ele pudesse girá-lo e não quebrasse seu pulso”.

Chris Evans gosta de usar a versão mais leve do escudo do Capitão América, de modo que ele não interfira na atuação. “Nós tentamos algo como uma borracha macia, mas fica mais pesado, e ele não gosta, ou uma espuma espessa, que ele gosta, mas não é durável”, diz Gibbs. “Então há varias opções para isso.” No total são cinco versões do escudo do Capitão América no filme: um herói, um herói leve, um durável, um de espuma e um de borracha para ação.

A Viúva Negra tem novos bastões de luta desta vez, baseados em bastões de esgrima. Ao descrevê-los, Gibbs diz, “Seu estilo de luta está agora mais semelhante às artes marciais, mas com dois bastões que são acionados exatamente da mesma forma que os ferrões. Quando ela atinge o oponente, ela não só bate, como também lança um forte choque elétrico. Isto novamente foi criado por Tony Stark, então a ideia é que ele pegou os poderes dela e os turbinou”.

Há atores que querem trabalhar com o departamento de adereços e dar sugestões também. Robert Downey Jr. é um deles. “Robert sempre tem ideias e dá sugestões que são ótimas. Ele quer usar adereços, e nós tentamos dar a ele o máximo possível”, diz Gibbs. Com a batalha final concluída, a produção relocou-se para os últimos dias em Londres e concluiu a fotografia principal em 5 de Agosto de 2014.

Terceiro trailer legendado de Vingadores: Era de Ultron

Quando Tony Stark tenta reiniciar um programa de manutenção de paz, as coisas não dão certo e os super-heróis mais poderosos da Terra, incluindo Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Hulk, Viúva Negra e Gavião Arqueiro, terão que passar no teste definitivo para salvar o planeta. Com o aparecimento do vilão Ultron, a equipe dos Vingadores tem a missão de neutralizar seus terríveis planos. Alianças complicadas e ação inesperada pavimentam o caminho para uma aventura épica global.

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Escrito por Lucas

Um grande aficionado por cinema, séries, livros e, claro, pelo Universo Disney. Estão entre os seus clássicos favoritos: "O Rei Leão", " A Bela e a Fera", " Planeta do Tesouro", "A Família do Futuro" e "Operação Big Hero".