Designated Survivor | 1×15 – One Hundred Days

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Vou contar uma coisa para vocês, a história dessa série está ficando chatinha. Apesar do décimo quinto episódio de Designated Survivor ter alguns – poucos – pontos altos, o desenrolar das coisas está ou muito previsível ou sem noção alguma.

Irei justificar todas minhas críticas durante esta resenha, não se preocupem. Para começar, o presidente Kirkman inicia o episódio com um discurso falando sobre seus cem primeiros dias e como ele não teve a oportunidade de fazer desses dias do modo comum, que é focando nas promessas feitas nas campanhas.

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O público recebe a a proposta de começar os cem dias a partir de agora de maneira positiva. No entanto, é interessante ressaltar que isso não dá oportunidade de falarem o que quiserem. E quem vai conseguir entender isso da pior maneira é a primeira dama, Alex Kirkman. Aí, pela primeira vez, vemos a equipe da Casa Branca trabalhando em algo que não seja um ataque ou algum desastre.

Chocante, não é mesmo? Em paralelo a isso, temos a contínua investigação em cima de Christine Poyet, a moça sociopata que controlou todo o ataque. Não sei vocês, mas a cena das impressões digitais foi um pouco forçada. Será mesmo que é possível puxar a marca de dedo de uma foto de celular?

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Enfim, a questão do FBI neste episódio é bem decepcionante. Agora, vamos ao evento em que a primeira dama expõe suas opiniões para um público feminino e tem suas palavras usadas não só contra ela, mas contra o governo de seu marido. Ela fala sobre sua visão na questão do armamento, mas acaba se encrencando quando outro político utiliza disso como forma de crítica ao governo atual.

A solução é clara, não tem como Kikrman defender sua esposa. Então, ela mesma precisou aparecer na televisão e explicar que aquilo era o ponto de vista dela e não da Casa Branca. Isso é o que acaba acontecendo, querendo ou não quando você assume determinadas posições. Nem sempre é bom falar tudo o que se pensa para uma público de larga escala.

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Entre investigações e um dia comum no governo, Aaron Shore aparece na história para voltar ao ambiente político e, para isso acontecer, tiveram que brotar com uma prima para motivá-lo e fazê-lo voltar a trabalhar na Casa Branca, só que dessa vez, com a Kimble Hookstraten.

O ponto alto desse episódio foi ter visto Kirkman finalmente em ação, tomando decisões, planejando e governando. Ele mostrou ser não só um bom cidadão, mas também um presidente independente, pronto para unir os partidos e praticar o básico da política e não torná-la um ninho de problemas e trambiques.

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Termino essa resenha falando do FBI. Por conta da impressão digital que conseguiram tirar do copo da sociopata, a agente Wells cai em uma armadilha com Atwood, que resolveu cooperar, ou pelo menos tenta não atrapalhar. Mas, sinceramente, para dois agentes com experiência e com uma baita carreira, eles são bem fracos e frouxos. Mais uma vez, quando eles estão com o autor do crime nas mãos, eles matam a pessoa.

Exatamente, eles mataram Christine Poyet, mas pelo menos viram que ela tinha arquivos para os mais diversos atentados. Realmente, este episódio foi bem fraquinho, fiquei bem decepcionada, mas quero saber a opinião de vocês. Será que estou ficando exigente demais ou Designated Survivor está perdendo a mão no caminhar dessa história?

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Written by Catarina

Colecionadora de tsum tsums, seu filme favorito da Disney varia de acordo com o humor. Apaixonada pelas trilhas sonoras da Disney e o mascote do site é o seu maior xodó gráfico.

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