Rogue One: Uma História Star Wars | A recriação do Governador Tarkin

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Imagine trazer uma pessoa de volta à vida para participar de um filme, o qual se passa anos atrás em uma galáxia muito distante, mas que possui uma tecnologia muito à frente da nossa. É como entrar em uma dobra espacial.

Rogue One: Uma História Star Wars, assim como todos os filmes da franquia da Lucasfilm sempre foram considerados à frente do seu tempo por trazerem elementos tecnológicos de altíssima qualidade, especialmente em seus efeitos especiais.

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Não estou me limitando às explosões, tiros e sabres de luz. Vamos aumentar o raio de abrangência e colocar cenários, voos e até mesmo personagens que já morreram – não, não são os droides ou moradores de planetas estranhos.

Se você até agora não assistiu a Rogue One: Uma História Star Wars, fique sabendo que essa matéria pode conter spoilers, então, se ainda quiser ler, é por sua conta e risco.

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No filme derivado da franquia, a história acontece entre o Episódio III e Episódio IV e, por conta disso, além de Darth Vader, aparecem personagens como a jovem Princesa Leia – descanse em paz, Carrie Fisher – e o Governador Tarkin, interpretado por Peter Cushing.

Mas, espere, Peter Cushing faleceu em 1997 e Carrie Fisher tinha sessenta anos quando filmaram Rogue One, então, qual magia eles usaram para isso? Efeitos visuais.

Para Peter Cushing, foi usado um molde de seu rosto, o mesmo empregado na gravação do filme Top Secret! Super Confidencial (1984), o qual se tornou a base para a reconstrução de sua face.

Depois, para captar todas as expressões, contrataram Guy Henry (Harry Potter e as Relíquias da Morte) que tem traços bem parecidos com o de Peter para poder fazer o papel do Governador Tarkin.

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Para isso, o ator ficava com diversos pontos distribuídos em seu rosto e uma espécie de capacete com dois suportes projetados para frente, onde ficavam duas câmeras.

Depois disso, essas imagens eram transformadas em moldes para a equipe de efeitos especiais aplicarem o rosto de Cushing. O resultado ficou incrível, você não identifica que é uma animação digital.

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Esses detalhes são de uma delicadeza e cuidado para que nada saia errado e que transforma o filme. O mesmo processo aconteceu para inserir a versão mais nova da Princesa Leia, que aparece no final do filme como um gancho para o que acontece posteriormente.

Todos os novos efeitos nos permitem criar novas histórias e novos caminhos tanto para  a tecnologia quanto para o entretenimento. Algumas pessoas acharam tudo isso um pouco desrespeitoso. O que vocês acham, Camundongos? Contem nos comentários!

Trailer de Rogue One: Uma História Star Wars:

Em um momento de conflito, um grupo de heróis improváveis ​​se une em uma missão para roubar os planos da Estrela da Morte, arma de destruição final do Império. Este evento-chave na linha do tempo de Star Wars reúne pessoas comuns que optam por fazer coisas extraordinárias, e ao fazê-lo, tornam-se parte de algo maior que eles mesmos.

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Sobre o Autor(a)

Editora d’O Camundongo. Coleciono tsum tsums. Meu filme favorito da Disney varia de acordo com o meu humor. Sou apaixonada pelas trilhas sonoras da Disney e o mascote do site é o meu maior xodó gráfico.