Especial: Os Melhores Games do Mundo Disney | Parte 3

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E aí meus Camundongos? Como passaram o mês? Deram uma oportunidade aos jogos do 2º episódio do nosso especial? Vi que alguns leitores rebobinaram a vida gamer e terminaram ao menos a trilogia “Disney’s Magical Quest”. Realmente, é complicado para um jogador, seja assíduo ou apenas casual, não se render às aventuras do nosso tão amado Mickey Mouse nos consoles da Nintendo. O futuro realmente não foi muito legal com nosso protagonista, e é justamente por isso que precisamos focar no passado e mostrar o quanto ele brilhou frente a um controle.

Hoje nosso especial chega quase no topo. Retrataremos apenas duas franquias, mas para compensar, teremos uma overdose de Camundongo para ninguém botar defeito. Vamo que vamo! As medalhas de bronze e prata do nosso pódio nos esperam.

Já perceberam que a Capcom esteve presente em alguns dos clássicos que mostramos ao longo do especial, não é mesmo? A empresa teve uma participação enorme na era 16 Bits usando a Disney como universo para seus games. E aqui, mais uma vez, a tão famosa criadora de “Resident Evil” e “Devil May Cry”, marcou sua presença com a ilustre direção de Shinji Mikami (olha ele aí de novo).

Nem Mickey, nem Donald, dessa vez quem assume o cenário é “Pateta e Max, a dupla que é demais”, lembram? Quem poderia se esquecer do desenho que ocupou infindas viradas de tarde/noite no Disney CRUJ? “A Turma do Pateta” marcou uma geração inteira de amantes da Disney e com isso se tornou também um jogo de qualidade inquestionável, em 1993, no Super Nintendo.

Baseada na série, a história coloca a dupla de pai e filho junto a seus vizinhos. Durante uma pescaria, um navio pirata aparece e sequestra João Bafo-de-Onça e seu filho B.J. Ao ver seus amigos sequestrados e levados para uma ilha em Spoonerville, nossos heróis decidem ir ao resgate.

Diferente da maioria dos nossos tops, “Goof Troop” é uma aventura que consiste de puzzle e raciocínio lógico. Com uma visão de cima (Sky Vision), os personagens contam com a arte de deslocar blocos pelo cenário para abrir caminho, descobrir segredos e derrotar inimigos.

Screenshots de Goof Troop

A jogabilidade é simples mas conta com algumas diferenças. Enquanto Max é mais leve, ágil, e pode usar alguns itens diferentes dos de seu pai, Pateta é mais lento e forte. Essas peculiaridades criam um diálogo cooperativo muito bem avaliado em uma campanha para dois jogadores, onde é possível distrair um inimigo enquanto o outro o derrota pelas costas. No caso de uma aventura individual, é possível escolher entre um ou outro, com o bônus de poder carregar 2 itens e não apenas 1, como é o caso jogando em dupla. Segundo a mídia especializada, “Goof Troop” era, em sua época, o game que fazia o melhor uso do fator cooperativo presente nos consoles; era o início do que viria a ser o tão famoso co-op dos dias de hoje.

Tempos depois, já no Playstation, Mikami criou a franquia de maior sucesso da Capcom usando algo semelhante ao que conseguiu com a “Turma do Pateta”, mas dessa vez em uma plataforma que lhe daria mais possibilidades de diferenciar os personagens. Jill e Chris, protagonistas de “Resident Evil”, e Claire e Leon, que protagonizaram “Resident Evil 2”, tinham suas diferenças muito bem impostas no gameplay, uma pena que a cooperação entre ambos ainda não fora possível no ano de lançamento. O modo cooperativo só veio a se popularizar, em jogos mais complexos nos consoles de mesa, no Playstation 2.

Screenshots de Goof Troop

Gráficos e animações carismáticas, cenários com movimento, cores, detalhes e arte de muito bom gosto, fizeram “Goof Troop” ter ainda mais destaque no mundo gamer. Ainda que sua trilha e efeitos sonoros sejam um show a parte, e merecem um destaque especial, os detalhes, como um todo, o fazem parecer ter envelhecido muito pouco. O mesmo acontece com praticamente todos os jogos da Disney feitos pelas mãos da Capcom no Super Nintendo.

Por se tratar de uma obra muito curta, pois conta apenas com 5 fases, muitos jogadores o terminam em menos de 1 hora, o que é até um pouco comum para um jogo de 16 Bits do passado. Mas ainda assim são minutos de muita diversão e qualidade que dão a medalha de bronze ao nosso 3º lugar.

Mickey Mouse não é apenas o personagem mais famoso do mundo, ele é também o mais presente em jogos que envolvem o universo que tanto amamos. Está na hora de revirar a franquia mais famosa de todos os tempos protagonizada pelo nosso Camundongo. Um jogo que veio seguido por sucessivos outros, formando assim uma série que está guardada não só na mente dos amantes da Disney, mas no coração de cada gamer do mundo. Abram alas para “Illusion”.

Conhecem o Mario, né? Não, isso não é uma piada. Estou falando daquele gordinho, baixinho, italiano, que usa uma roupa vermelha e é também mascote da Nintendo. Pois bem, em 1990, “Super Mario Bros” era o jogo da moda. Era complicado qualquer outro ter peito para bater de frente com ele, nada era páreo para as aventuras do encanador. Nessa mesma época, Sonic, o ouriço azul que viria a ser o símbolo da SEGA, já estava em produção, porém levaria um pouco de tempo até que o herói da velocidade estreasse no mercado dos games. Era uma guerra complicada. Na dianteira, a Nintendo, cujo carro chefe assumia não só os consoles, mas mochilas, estojos, cadernos, caixas de cereal e quase 100% das mentes dos jogadores. Uma pesquisa feita por revistas especializadas naquele ano, provou que Mario era o primeiro na cabeça da criançada, os que não queriam “ter”, gostariam de “ser”. Era uma febre. De outro lado estava sua concorrente que tentava de tudo para conseguir seu lugar ao sol. Tarefa complicada.

BOXART - Castle of

Foi no meio dessa disputa que o camundongo mais famoso do mundo deu as caras. A SEGA teve um pouco de receio em depositar milhões na conta da Disney para obter o licenciamento do personagem, mas, aparentemente, era a única opção até o lançamento de “Sonic: The Hedgehog. E foi então que, em 1990, era lançado “Castle of Illusion Starring Mickey Mouse” para Mega Drive. E não foi só isso, o sucesso foi tão grande que desbancou até mesmo o gigante “Super Mario Bros. 3”. Mickey teve sua estreia de forma fenomenal no mundo dos games.

O início da saga pelo reino da ilusão começa de forma simples e vista como clichê nos dias de hoje. Minnie é raptada por uma bruxa, chamada Mizrabel, que pretende roubar sua beleza. Cabe ao nosso herói invadir os portões do castelo, recuperar as jóias do arco-íris, derrotar a vilã e salvar sua amada. Essa história com as pedras coloridas não seria parecida com a que fora usada em todos os episódios do ouriço azul de alta velocidade? Já vimos ao longo do especial que esse tipo de coisa realmente acontece.

Secreenshots de Castle of Illusion (Mega Drive)

Castle of Illusion é um game de extremo bom gosto, cenários caprichados e delicados, temática competente das fases, gameplay agradável e trilha sonora chiclete de muita qualidade. A jogabilidade é muito semelhante ao que encontramos com o “pogo” de “DuckTales”, mas aqui Mickey só pode usar em inimigos, saltando e caindo sentado (o fazendo quicar e aquela história toda que vocês já conhecem).

Screenshots de Castle of Illusion (Mega Drive)

 

BOXART - MCastle of

O sucesso não ficou apenas no Mega Drive, há uma versão também para Master System (console 8 Bits da SEGA) que carrega algumas pequenas e relevantes diferenças. Dentro do castelo de Mizrabel, o mascote da Disney passa por portas que o levam para mundos temáticos ilusórios que, apesar de parecidos, possuem divergências tanto nos caminhos quanto na dificuldade. A arte e gráficos também não são os mesmos, a SEGA soube usar muito bem o estilo artístico para a versão de menor poder não ficar carente frente ao seu console mais potente, inclusive, ao menos para mim, ficou até mais bonito e delicado. Além da trilha sonora ser mais limpa e harmoniosa, a versão do Master System também era mais difícil e com mais liberdade, pois aqui é possível também escolher a ordem das fases. Talvez isso seja justificado pela distância de tempo entre as produções, a versão de menor valor gráfico foi lançada praticamente um ano depois da principal.

Screenshots de Castle of Illusion (Master System)

E seguindo todo esse sucesso, a SEGA lança em 1992 para Master System, “Land of Illusion Starring Mickey Mouse”, e “World of Illusion Starring Mickey Mouse and Donald Duck” para Mega Drive. Que ano, hein? Mas vou por partes para não acabar embaralhando a cabeça de vocês, fiquem calmos. Comecemos a aventura solo para depois introduzirmos Donald no mundo da ilusão.

BOXART - Land of

Peguem o Castle of Illusion de 8 Bits, adicionem mais conteúdo, coloquem uma pitada bem generosa de referências a outros desenhos, temperem com habilidades que tornam o gameplay mais complexo e aqueçam com exploração e o famoso backtracking. O que sai do forno? “Land of Illusion Starring Mickey Mouse, o melhor jogo do Universo Disney para Master System.

Ao acordar de uma soneca, durante a leitura de um livro de contos de fadas, nosso Camundongo se vê em uma aldeia misteriosa que fora perturbada por um fantasma maligno. O vilão rouba um poderoso cristal que protegia a todos que ali viviam. Cabe ao herói resgatar o item e assim trazer a paz de volta ao local.

Em sua jornada, Mickey precisa ajudar vários personagens de sua turma que, naquele mundo, assumiam papeis de grande importância. Este é um dos fatores mais interessantes, pois é o que nos permite receber itens, magias e aprimoramentos que nos serão de extrema necessidade na terra da ilusão.

Screenshots de Land of Illusion

Receber um barco do Rei Donald, que lhe dá acesso a uma ilha onde deve ser plantado um feijão dado pela Princesa Minnie. Ter de ir em busca de botas que nos permite andar sobre as nuvens, cordas para escalada, poção de encolhimento e até uma flauta mágica, são algumas das novidades que fazem o vai e volta nas fases se tornar algo realmente gostoso de se fazer. Se assemelha bastante com um RPG, porém sem sistema de evolução, bem parecido com o estilo de “The Legend of Zelda” mas menos complexo.

Screenshots de Land of Illusion

Land of Illusion não foi apenas uma evolução da aventura anterior, mas basicamente uma revolução. Trilha e efeitos sonoros, gameplay, exploração, colecionáveis, cenas que auxiliam na história (as famosas cutscenes), novas habilidades e a presença de personagens ilustres (Margarida, Donald, Minnie, Pateta…), uffa! Enfim, tudo que faltava no game de 1991 marcou presença, e o que já continha teve muitas melhorias, apenas a dificuldade fora mantida. Colocando todos esses benefícios juntos em um jogo praticamente duas vezes maior que o antecessor, temos essa obra prima e memorável para Master System.

BOXART World of

Enquanto isso, lá no seu irmão de 16 Bits, Mickey e Donald protagonizavam um dos jogos mais aclamados do universo Disney. O campeão de pedidos para um remake que fechava os trabalhos do dono das orelhas mais famosas do mundo no Mega Drive. É a vez de falarmos de “World of Illusion Starring Mickey Mouse and Donald Duck”.

Transportados para o mundo da ilusão durante um show de mágica, nossa dupla de amigos precisa escapar dali com vida. O caminho? Aprender novos truques mágicos para ajudá-los em sua jornada de volta para casa. História simples, mas regada com muito carisma que com certeza marcou a vida de muito jogador por aí.

A SEGA não poupou esforços ao trazer a série a tona em 1992, mas aqui, por ter um poderio gráfico superior ao apresentado em Land of Illusion, o destaque conseguiu ser ainda maior. Além de uma arte renovada que se parece com uma pintura, o game traz grandes melhorias na parte musical, sonora e principalmente no gameplay. Apesar de Castle of Illusion ser para a mesma plataforma, o que acontece aqui é um real salto de geração.

Screenshots de World of Illusion

Lembram de tudo que comentei sobre a cooperação entre personagens na série “Magical Quest” do SNES? Então, aqui as coisas fluem mais ou menos da mesma maneira, só que muito mais necessário. Há a possibilidade de se escolher entre Mickey ou Donald, que além de terem gameplays e habilidades diferentes, possuem também diferenças nas fases. Apesar de terem o mesmo destino, o percurso muda de acordo com sua escolha. É como se fossem dois jogos onde só algumas fases batem, e mesmo quando isso acontece, as mesmas não são idênticas.

Screenshots de World of Illusion

O modo para dois jogadores é ainda é mais único que uma jornada sozinho, a aventura imposta lhe proporciona alguns locais e obstáculos exclusivos que, sem a ajuda de seu parceiro, não lhe levam a lugar algum. Trabalho em equipe é essencial. Então, ao todo, são 3 rotas: Uma com o Donald, uma com o Mickey e uma terceira com ambos, que além de elevar o desafio, dão ao jogador um belo fator replay.

BOXART - Legend of

World of Illusion, com todas suas referências aos clássicos Disney e participações ilustres, marcaria o final da franquia no Mega Drive se não fosse por uma última tentativa da SEGA. E é aí que, em 1994, para Master System, era lançado “Legend of Illusion Starring Mickey Mouse”, o último capítulo da saga pelas terras da ilusão.

Bafo-de-Onça é rei de um lugar que passa por problemas sérios. A única solução para acabar com a nuvem negra que pairou sobre seu reinado, é a lendária água da vida. Tomado pela covardia, ele coroa um faxineiro do castelo para se ausentar do fardo de salvar o reino. Corajoso, o mero servo sai atrás de respostas e de uma forma para resgatar a paz de sua morada. Já sabem quem é o herói, né? Não vou gastar o nome dele desta vez então.

A mecânica aqui é um pouco diferente das anteriores. Com sua roupa de aventureiro a la “Robin Hood”, o Camundongo faz uso de lançamentos de bolas e blocos para derrotar seus inimigos. Um gameplay mais genérico que acabou não fazendo jus aos seus irmãos de tanto sucesso. Houve uma leve melhoria nos pixels desde a versão anterior para o mesmo console, mas nada que mereça um real destaque.

Screenshots de Legend of Illusion

O game é mais curto que seu antecessor e também possui menos capricho. O mapa continua, Pateta e Donald também estão presentes como reis de reinados vizinhos, há qualidade e há diversão como qualquer outro representante da série, mas a obra prima no console de 8 Bits continuava sendo Land of Illusion.

Legend of Illusion não teve a mesma fama dos episódios anteriores. Apesar de ser um excelente jogo, o Super Nintendo estava no seu auge e não era tarefa fácil para um console de potencial bem inferior competir com os trabalhos da Capcom. Grande parte dos jogadores mais assíduos nem mesmo tinham mais o console para testar o que seria o final do Camundongo nas mãos da SEGA.

BOXART - HDWorld of

Sabem o remake de “DuckTales” que mostramos no episódio 2 do especial? Então, acham que o jogo mais aclamado para consoles da Nintendo daria as caras sozinho em 2013? Não mesmo! A dona de “Sonic: The Hedgehog” resolveu fazer o mesmo, transformando Mickey Mouse em alta definição. Castle of Illusion estava de volta, repaginado, cheio de extras e, o que era melhor, em praticamente todas as plataformas presentes no mercado, inclusive Smartphones e Tablets. A “Big N”, infelizmente, acabou ficando de fora dessa.

A história foi mantida com fidelidade. Trilha sonora remasterizada e toda orquestrada, seguindo aos timbres do original, deram um luxo novo aos caminhos percorridos pelo Camundongo. Quanto ao visual, ficou um espetáculo à parte, cenários lindos e lotados de detalhes, totalmente dinâmicos e com vários percursos, além de efeitos e animações que fazem a reinvenção parecer um desenho animado.

Screenshots de Castle of Illusion HD

A ideia da SEGA não era a mesma de sua concorrente, “Castle of Illusion Starring Mickey Mouse HD” veio para ser uma releitura do original, ousando no gameplay e dando uma jogabilidade semelhante, porém renovada, ao episódio. Além do fator exploração, que fora adicionado, temos uma mistura de cenários 2D e 3D que permite ainda mais amplitude para vasculhar os lugares. Até mesmo o castelo de Mizrabel recebeu alas novas e escondidas, com coletáveis que liberam extras presentes no jogo.

Screenshots de Castle of Illusion HD

Houve algumas críticas na parte dos controles. Muita gente reclama que o personagem é escorregadio, o que atrapalha (e muito) no desempenho do jogador pelos obstáculos no caminho. O tempo de resposta entre o joystick e o personagem também não é dos melhores. Em uma era onde vemos a Ubisoft lançar os incríveis “Rayman Origins” e “Rayman Legends”, onde a estabilidade e tempo de resposta são impecáveis, é no mínimo estranho ver a SEGA fazendo algo que deixe um pouco a desejar.

Illusion” não foi apenas a estreia de Mickey Mouse no mundo dos games mas também a queda da bastilha da Nintendo, que até então era imbatível com sua fortaleza chamada “Super Mario Bros”. Por mais que “Magical Quest” tenha seu lugar na calçada da fama dos jogos, as várias trajetórias do nosso herói pela ilusão acabaram sendo mais consagradas e de maior destaque ao decorrer dos anos. Uma pena que apenas o pioneiro ganhou sua versão remasterizada, o sonho de muito jogador é que toda a série marcasse presença nas plataformas de alta definição.

Mas será que existe um vencedor entre esses 5 episódios? Colocando cada detalhezinho na balança, somando aqui, diminuindo ali, considerando o público e toda minha carreira nesse universo, “Land of Illusion Starring Mickey Mouse” é o campeão dessa disputa. Mas vocês vão poder tirar suas próprias conclusões, já expliquei como é fácil.

A medalha de prata do nosso especial é também um baú de tesouros. A saga estrelada pelo Camundongo mais famoso do mundo recebe com vigor a segunda posição do ranking e dá desfecho ao 3º capítulo do Melhores Games do Mundo Disney.

Já sabem do conselho para passar o tempo até o nosso próximo encontro, né? Uma pena que não será possível com Legend of Illusion pois, a não ser que possuam um Master System empoeirado aí em suas estantes, não há como jogá-lo via emuladores. Rola uns bugs nas ROMs presentes na internet e isso impede o avanço a partir de determinada fase. Então nem tentem.

No próximo mês, antes de apresentar o tão esperado troféu de ouro, vou trazer a vocês alguns dos jogos que ficaram de fora do top. Não pensem que esqueci tudo que foi comentado aqui ou comigo no Facebook, tem muito clássico de qualidade que ainda merece destaque.

Agora me despeço mais uma vez com minha cartola de orelhas compridas.

Até mais ver, Camundongos!

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Sobre o Autor(a)

Formado em Administração com especialização em Marketing, o atual colunista do "O Camundongo" é amante nato do Universo Disney, viagens e games. Curioso com a arte da fotografia e culinária, tem como representantes de suas paixões "O Rei Leão", "Orlando" e "Kingdom Hearts" com menções honrosas de "Mario", "Zelda", "Final Fantasy", fotos sem flash e Cheesecake de amora.



  • 20assombrar

    meu deus!! eu joguei o primeiro castle of illusion, que saudade haha
    muito boa a análise!

    • Hahahaha gostou? Da uma conferidinha nos episódios anteriores e não perca o próximo que vai ao ar mês que vem. Tem muito jogo ainda pela frente.

      E valeu pelo elogios. ^_^

  • Rodrigo

    Excelente novamente…. Joguei muito Goof Troop com meu irmão, um dos melhores coops de todos os tempos… dos Illusions o que mais gosto é o Castle, mas confesso que fiquei um pouco decepcionado com o remake, não sei explicar o que mas algo ficou estranho

    • Valeu mais uma vez. Fico feliz que meu trabalho esteja sendo tão bem recebido por vocês. Mês que vem tem mais! =D

  • jere

    Keeeeeeeeendom

    • Uhauhauahuaha
      Vou fingir de conta que nem vi isso.
      Mês que vem vou trazer uma penca de jogos para ninguém botar defeito.

  • DisneyForever

    Será que farão remakes de toda a saga Illusion?Espero que sim!!!

    • Olha, infelizmente, acho que não. O remake do Castle já tem bastante tempo e até então a SEGA nem se pronunciou sobre mais nada. Desejar que isso aconteça é sempre bom! Vamos continuar na torcida. Hehehehe

      Um “Land of Illusion” nos moldes do HD do Castle, seria divino!

  • Carol

    Ótima seleção de jogos! Joguei quase todos os da lista e tenho um espacinho reservado no coração pro Castle of Illusion. <3
    No mais, parabéns pela coluna!

    • Obrigado minha querida. Quero que vc marque presença aqui no OC. Bela forma de continuar vendo meu trabalho depois que parei de frequentar os fóruns. Hehehehe

  • Mancha_Negra

    Suas matérias sempre me encantam. Você é quem melhor escreve aqui, e aparentemente se supera cada dia. Antes de ler o episódio 3 eu pensei aqui: “Ele não pode falar apenas de dois jogos pois se o fizer, ficará pequeno e vazio”. Aí fui surpreendido mais uma vez.

    Antes de mais nada quero dizer que 100% do pessoal que trabalha comigo tem como paixão as duas franquias que você teve a audácia de falar a respeito neste capítulo. Alguns aqui não conheciam o Land of Illusion, outros que não lembravam, se questionaram o pq de continuarem considerando o Castle of Illusion melhor sendo que o Land é tão superior. Ficamos um tempo grande aqui debatendo sobre o assunto. Uns brigaram, outros ficaram com raiva, principalmente um Irlandês que trabalha com a gente. No fim tudo terminou com um belo Starbucks. Sabe a quanto tempo não fazíamos essa dinâmica? Desde que a Disney decidiu transformar Tangled em uma animação gráfica em CGi. Nós o agradecemos por isso. Por ter trago uma informação tão limpa, clara e nostálgica que nos remeteu de volta para a época mais bonita dos consoles de mesa. Obrigado!

    Eu ainda não mandei o meu e-mail para o contato de vocês pois ando um pouco atarefado nos últimos tempos e preciso ter tempo para conversar melhor. Mesmo no “O Camundongo”, não consigo postar sempre, e dessa vez pelo menos, será ainda mais rápido. Com essa overdose de Cinderela eu vou deixar de ler muita coisa.

    Mais uma vez eu quero lhe parabenizar. Você não faz o sucesso que merece, a meia dúzia de comentários que em aqui hoje, teria no mínimo um zero a mais se fosse em um local mais apropriado. Gosto da sua dedicação, gosto da forma técnica com que fala o que sabe. E esse é um diferencial de seu trabalho, você não escreve e sim, fala. É como se eu estivesse ouvindo uma pessoa contando suas experiências. O texto é leve, não nos permite ter dúvidas. E o que mais impressiona é que parece ser feito para todos, não só para quem entende do assunto. Muito profissional.

    • Poxa cara, fico muito feliz com o reconhecimento. Eu faço isso aqui com muito gosto. É uma mistura dos meus dois universos preferidos de toda uma vida. Vida a Disney tomar o Brasil… vi o nascimento do mercado dos games, conseguir criar um elo entre essas duas coisas que tanto amo é uma tarefa que faço com mto carinho.
      Sobre expansão, eu já participei de lugares onde games fazem mto sucesso. Eu tinha muitos seguidores e uma carreira bem legal. Já tive o tal sucesso em comentários que você sempre diz. Mas eu preferi sair desse meio e ficar por aqui. Hoje eu faço tudo com muita tranquilidade e adoro fazer este mundo gamer nascer e crescer aqui no OC! Já ouviu falar que “menos é mais”? Pois bem, é mais ou menos isso.

      Grato mais uma vez pelos elogios.
      To aguardando contato. Heheheh

  • Caio Bandeira

    santo amado mestre, Goof Troop?? Jogasso!!!! Tinha uma fita dele pirataça aqui em casa, que infelizmente, acabou estragando o chip… Joguei bastante mesmo assim, principalmente em emuladores… era muito divertido pegar o gancho antes do seu amigo pra ficar zuando ele… bateu saudades

    • Pow, e os Illusion? Você ficou de fora?

      Oh, sério, se eu fosse vc, pegava um emulador e corria atrás deles. São jogos que não podem faltar em nenhum curriculum gamer. Vai na fé e depois me diz. ^_^

  • Caroline Calzolari

    Não têm como mencionar Pateta e Max sem lembrar do TV Cruj mesmo! Hahaha Ai, que saudade! xD

    Adorei como escreveu a matéria, está gostosa e rápida de ler! Parabéns! =D Estou curiosa para saber quem levou primeiro lugar no seu ranking! XD

    • Pior que não tem mesmo Carol. Hahaha
      E que saudade, né? Era uma época tão gostosa. E lembro que na TV CRUJ eles viviam fazendo reportagens sobre os novos lançamentos no cinema. Achava mto melhor que o Disney Channel! Sem contar que os desenhos eram ótimos.

      Muito obrigado pelos elogios. Uma pena que tu mora longe… se fôssemos da mesma city, certeza que eu a aliciaria para começar a jogar video game. Hehehe
      Ainda faltam 2 eps para o 1º lugar aparecer. No cap 4 eu vou trazer uma penca de jogos que ficaram de fora do ranking. =D

  • Uau! Castelo da Ilusão…acho que joguei mais essa fita que a do Sonic 2 OASKAOPSKOPASKOPAKSOPAS XP Aqui em casa ficávamos até as 3 horas da matina jogando essas duas fitas 😀 Adorei!

    • É tão impressionante quando lembro dessa palavra “fita”. Hahahah
      Pensar em como as coisas evoluíram de lá pra cá chega a assustar. Lembro que dentro de uma delas cabia apenas 2 ou 3mb. Hoje em dia temos jogos de 50GB. Em contrapartida os clássicos ficaram no passado. =(
      Mas sempre há tempo para re-jogar tudo que já se foi. Eu mesmo tive que re-jogar todos eles para fazer essa matéria. Fico feliz por ter gostado. Dia 19 de Abril tem mais. =D

      • Gostei muito. Estou ansioso para saber os próximos. Ano passado eu arrumei um cd com todos os jogos da Sega, e tinha muitos dos que vc fala nas matérias. Acho que de todos os jogos de “fita”, eu sempre odiei FANTASIA por não conseguir jogar…ô coisinha complicada KOPKAOPSKAOPSKOAPKSOPAS XP Pessoalmente eu não gosto dos jogos de atualmente, prefiro as tecnologias antigas, e realmente é assustador como o tempo passa rápido e as coisas evoluem. Isso da “fita” me lembrou uma coisa. Moro no ABC Paulista e até hoje não consigo chamar os lugares pelo nome correto, só pelo nome antigo: atual Shopping ABC=Mappin, Parque Celso Daniel=Duque, Coop=Rhodia, Central Plaza=ABC plaza, etc…

        • Partilhamos do mesmo problema. Minha cidade tbm tem uns lugares que mudaram de nome e não consigo me acostumar.

          Mas vc chegou a ler todos os capítulos do especial? Maioria clássico do passado mesmo que foi onde a Disney realmente brilhou nos consoles de mesa. No próximo episódio que vai o ar esta semana (bem provavelmente), teremos uma série de jogos que fará vc relembrar e mto o caminhar até o futuro que está presente agora. Heheheh

          Fantasia realmente foi um péssimo jogo. Muito mal produzido e mal executado. Decidi nem falar sobre ele na matéria pois sei que é muito comum o povo não gostar. Hehehehe

          • Eu li esse e apenas mais um, em que vc falava de um jogo do Donald e outro do Tico e Teco. Mas gostei muito dos dois. Fantasia foi realmente muito mal produzido, mas queriam vender mais tbm…vide o que fizeram com os gift sets de VHS do filme. Eu tenho ele e realmente é muito bonito, mas na época foi uma bela estratégia de marketing pra vender o filme. Pena que o jogo não foi muito bom.

          • Ah, vc leu o ep 1. Hehehe
            Faltou ler o 2 então… e o 4 que lançou ontem =P
            Ainda sobre Fantasia, o complicado foi a produção. O game é bonito, tem uma temática legal… mas a execução foi triste. O gameplay dele era muito ruim e deixava o jogo bem difícil. Ainda acho que vale a pena dar uma chance, mas realmente deixa muito a desejar perante os gigantes.

          • Eu vou ler sim 😀 Sim, o visual é muito bonito mesmo. Mas pra mim não tem como substituir “Castelo da Ilusão”, como vc falou acaba “deixando a desejar mesmo perante os gigantes”.

          • Continuamos nosso papo lá no cap 4 então, hehehe!