Especial: Os Melhores Games do Mundo Disney | Parte 2

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Hello, hello, Camundongos! Como passaram Fevereiro? Estamos a poucos dias do fim do mês e, provavelmente, alguns de vocês usaram esses dias entre o 1º Episódio do nosso especial e este aqui para degustar alguns dos 4 games já apresentados. Estou enganado? Espero que não.

Recebi algumas perguntas e sugestões por aqui e via Facebook, então estejam certos de que as levarei em consideração. Fiquei satisfeito em saber que trouxe à tona um jogo que muitos sequer conheciam, como é o caso de “Maui Mallard in Cold Shadow”, e mais satisfeito ainda em ver que alguns deram uma chance a esse clássico o tornando parte de uma era que passou, mas que deixou saudades.

Infelizmente, de uns tempos para cá, está meio complicado guardar os jogos da Disney no coração, mesmo a mídia especializada tem dado notas terríveis ao que foi lançado nas últimas gerações de console. É raro haver um real destaque. E como amamos raridades, é fato que estarão presentes em algum desses capítulos até o primeiro lugar. Então vamos lá?

Muitos achavam que esse seria o primeiro ou segundo lugar da nossa seleção, principalmente os saudosistas que tiveram a feliz oportunidade de tê-lo jogado na era 8 Bits, que foi quando lançou. Mas o que dizer a respeito de “DuckTales“? Como mensurar e analisar um dos jogos mais famosos e clássicos de todos os tempos? Jogo baseado na considerada melhor série da Disney?

Dessa vez não estamos falando apenas de um game dentro desse universo que marcou a infância de muitos jogadores, mas sim de um dos Reis do NES (Nintendinho) lançado pela Capcom em 1989. Um representante da nossa tão amada fábrica de sonhos que ocupa, na maioria dos rankings em mídias especializadas, uma vaga entre os 10 primeiros melhores jogos de uma geração.

Patinhas, não satisfeito em ser o Pato mais rico do mundo, decide ir se aventurar para conseguir mais riquezas e, como de costume, seus arquirrivais se juntam para conseguir essa proeza antes dele. Uma história que envolve um mapa do tesouro, viagens ao redor do mundo e ainda o famoso “backtracking” (vai e volta) para encontrar itens em uma fase que são necessários para seguir em outras (mesmo que bem singelo).

Screenshots de DuckTales para NES

No desenrolar da trama ainda nos deparamos com figuras ilustres como Huguinho, Zezinho, Luizinho e Patrícia, Capitão Boeing, Robô Pato, Professor Pardal, Madame Patilda e Bubba; e para representar a cartela de vilões, nada mais nada menos que Maga Patalógica, Os  Irmãos Metralha e finalmente Pão Duro Mac Mônei, uffa! É gente, viu! Ops, Pato!

Repararam alguma semelhança com “Quackshot”? Pois é, muitos acreditam que as aventuras do Tio Patinhas no NES tenham servido de rascunho para o efeito “Indiana Jones” que o Donald teve no Mega Drive. As eternas “Flame Wars” (guerra pela preferência da melhor plataforma de jogo) já estavam presentes no passado.

Entendendo o “pogo” em linguagem técnica gamer: Primeiro você “pula”, seguido é só colocar o direcional para baixo e apertar o botão de ação. Isso faz com que o personagem salte e caia com a bengala indo em direção ao chão/inimigos/obstáculos/afins. Isso permite quicar como uma espécie de pula-pula pelo cenário e cabeças de inimigos.

DuckTales” também serviu de “rascunho” com seu gameplay. É, como tantos outros, um representante do gênero Aventura/Plataforma com uma fórmula muito singular na parte do pulo. Além da sede por dinheiro, o mapa do tesouro e a ajuda dos amigos, Patinhas possui sua bengala que é o grande “Q” do jogo. Uma mecânica que recebeu o título de “pogo” e ainda hoje é copiada por alguns jogos, como é o caso do recente “Donkey Kong Country: Tropical Freeze” e do aclamado “Shovel Knight”.

O jogo tinha lá sua beleza, mesmo que em 8 Bits, mas o que realmente sempre teve um destaque maior era a trilha sonora e sons de efeitos que, juntos, davam um espírito único a “DuckTales” na plataforma da Nintendo. Ah, e como não podemos deixar de falar, há aquela tão falada dificuldade semi alta para alguns jogadores… sempre presente nos clássicos.

Em 1993, a Capcom lançou a sequência que colocava Patinhas mais uma vez viajando ao redor do mundo em busca de tesouros, mas infelizmente o sucesso não foi o mesmo. O motor gráfico, sonoro e estrutural das fases ainda foi muito aproveitado pela empresa com o aclamado “Megaman”, franquia que marcou história no mundo dos jogos eletrônicos, mas as aventuras do Pato mais rico do mundo chegaram ao fim.

Mas foi então que em 2013, somente 2 anos atrás, a Capcom, junto com a WayForward Technologies, seguindo toda essa moda de jogos remasterizados, lançou “DuckTales: Remastered” para o deleite dos possuidores de Playstation 3, Xbox 360, Wii U e PC.

Screenshots de DuckTales: Remastered

Uma versão em altíssima definição, toda repaginada, remodelada, redesenhada, trilha sonora e efeitos mais modernos, sistema de gameplay corrigido e de mais fácil adaptação, basicamente um desenho jogável e que encantou não só os saudosistas de plantão, mas toda uma massa gamer que nunca teve oportunidade de tê-lo provado quando lançado no passado. Houveram algumas críticas sobre a nova versão, coisas como poucos extras, o jogo ter ficado mais fácil e até mesmo a esperada versão em português que não veio. Basicamente nada se comparado ao fenômeno que foi, e ainda é, nosso 6º lugar.

Aqui chegamos ao verdadeiro divisor de águas das faladas “Flame Wars”. De um lado temos Dave Perry (criador de “Earthworm Jim“) que foi quem colocou um dos maiores clássicos Disney no Mega Drive. Do outro lado temos Shinji Mikami (criador de “Resident Evil“) que, com a Capcom, fez o mesmo, só que no Super Nintendo. E foi neste cenário que, em 1993, “Aladdin” deu as caras nos consoles de mesa.

A história segue fiel ao original. Os cenários, os obstáculos propostos, os inimigos, enfim, é tudo muito harmônico dentro do universo do filme. Aladdin possui toda aquela agilidade e habilidades que são vistas em suas fugas por Agrabah e a jogabilidade permite muita fluidez nesse quesito. Mas é aí que começam as divergências. E dessa vez, diferente de “O Rei Leão”, é preciso mostrar exatamente o que acontece nessa luta entre “’Aladdin’ (SEGA) X ‘Aladdin’ (Nintendo)”. Tentarei ser o mais imparcial possível.

Dave Perry começou a mostrar um pouco (na verdade, muito ou quase tudo) do que seria “Earthworm Jim”, talvez sua criação mais famosa, com a Disney no Mega Drive. A animação dos personagens, a qualidade das cores e dos gráficos, mesmo se tratando de um jogo em 16 Bits que estava aparentemente sugando todo fôlego do console (pois em especificações era inferior ao seu concorrente), eram literalmente maravilhosas. A parte artística de “Aladdin” era impecável na plataforma da SEGA.

Screenshots de Aladdin para Mega Drive

Acontece que se falarmos de gameplay as coisas mudam um pouco de figura. Em grossas palavras é impreciso, bagunçado e parece um protótipo do que viria pela frente. Além de tudo, o nosso protagonista carrega uma espada e a usa para acabar com os inimigos. Sério, só eu acho isso estranho? Um Espadachim?

Aparentemente Dave Perry queria colocar sua marca no mundo gamer e escolheu a franquia errada para isso, seu “Aladdin” foi uma tentativa de impor um novo gênero de plataforma onde algumas coisas não se encaixavam, e com isso, no final das contas, o jogo pareceu precisar de uma lapidada. Não foi à toa que no ano seguinte “Earthworm Jim” estava no mercado de forma muito semelhante, mais bem trabalhado, com outro personagem e um universo condizente com o gameplay.

Shinji Mikami por sua vez foi fiel não só às características do personagem, mas também com toda a estrutura das fases, obstáculos e movimentos de combate do Aladdin. Aqui não há uma espada em suas mãos!

Screenshots de Aladdin para SNES

Por mais que não seja tão grandiosamente bonito e detalhado quanto a versão concorrente, a leveza, divertimento e fidelidade se tornam muito mais presentes, deixando o conteúdo como um todo bem mais harmônico e gostoso de se jogar. A mecânica de saltar, se agarrar, se pendurar, saltar por cima de inimigos direto para outras plataformas como se fosse um acrobata, fazem “Aladdin” para SNES se assemelhar muitos aos “Assassin’s Creed”, “Prince of Persia” e “Mirror’s Edge” da vida. Um real clássico.

Não é que a versão do Mega Drive seja um jogo ruim, muito pelo contrário, é muito bom e possui uma beleza ímpar, só que suas falhas na parte de level designer e gameplay acabam atrapalhando a fluidez do game. Por essas e outras, acabo me voltando para a versão da Nintendo (pronto, falei!). Comparações e preferências a parte, seja para um console ou para o outro, “Aladdin” é dono do 5º lugar do nosso ranking.

Quem aqui não se lembra do famoso game onde nosso tão amado Mickey Mouse puxava uma cortininha vermelha e trocava de roupa? Lançado em 1992, originalmente para Super Nintendo, pelas mãos da Capcom (olha ela aí de novo!), “Magical Quest: Starring Mickey Mouse” foi, talvez, a franquia do mundo Disney mais marcante da geração 16 Bits. E todo esse sucesso gerou não só um jogo, mas uma trilogia que deixou saudade.

Mickey, Donald, Pateta e Pluto estão brincando de bola quando um dos lances bate na cabeça de nosso Camundongo e se perde ao longe. Como todo cão que se preze, Pluto vai atrás mas acaba não voltando. Em seguida é a vez de Pateta que ao ver o que poderia ter acontecido, também não volta mais. Ao seguir os passos dos amigos, Mickey cai em um precipício onde começa sua jornada por um mundo encantado de aventuras.

Como “Maui Mallard in Cold Shadow”, estamos adentrando em um enredo original criado exclusivamente para o jogo, onde carisma se mistura com o envolvente como todo bom e velho clássico Disney. Gráficos lindos, cores vibrantes, trilha sonora cheia de arranjos, efeitos sonoros, criatividade e ainda uma jogabilidade precisa e livre de críticas, são algumas das muitas características que fazem de Magical Quest uma obra prima.

O backtracking, apesar de não ser obrigatório, está opcionalmente presente no jogo junto com o fator exploratório das fases, onde é possível vasculhar o cenário atrás de portas secretas e itens que ajudam no progresso do personagem. Também existem lojinhas onde Mickey pode comprar upgrades para equipamentos e itens que vão trazer mais conforto à aventura. O nível de dificuldade é médio mas é possível aumentar ou diminuir a gosto do freguês. Sugiro aos aventureiros, gamers, de plantão que joguem no hard. Diverte muito mais.

Chega de rasgar seda, né? Vamos falar do maior destaque da série: As roupas. Ao todo são 3 que são adquiridas à medida que avançamos na história. A primeira nos transforma em uma espécie de mago místico que lança magia, mais a frente recebemos uma roupa de bombeiro que nos permite jorrar jatos d’água, e por fim recebemos uma bem semelhante a “Robin Hood” onde Mickey pode se agarrar com cordas pelo cenário.

O uso dessas habilidades especiais é imprescindível em determinados momentos do jogo, seja para derrotar chefes ou alcançar lugares e seguir caminho. As trocas podem ser feitas a qualquer momento e é preciso ficar atento à barra de energia das duas primeiras para não acabar sem magia ou água.

Screenshots de The Magical Quest Starring Mickey Mouse

Era difícil imaginar que Mickey Mouse teria mais algum jogo do mesmo nível de Magical Quest. Tinham alguns outros jogos com o personagem no papel de protagonista mas nada que chegasse próximo ao que foi o sucesso da Capcom. E foi então que em 1994, a própria, imortalizando ainda mais sua marca na era 16 Bits, lança “Disney’s Magical Quest 2: The Great Circus Mystery Starring Mickey & Minnie“.

A sequência trazia não só novas roupas mas também uma aventura inteira cooperativa. Enquanto um controle ficava por conta do dono das orelhas mais famosas do mundo, o outro controla Minnie Mouse para juntos descobrirem o paradeiro de seus amigos por trás em um misterioso circo que chegara na cidade. Os gamers mais solitários ou que preferiam jogar sozinhos, tinham opção de escolher o personagem de sua preferência para seguir pelos trilhos da história.

Uma obra que mantém toda a qualidade e magnitude de seu antecessor. E mais uma vez com 3 roupas para cada um dos personagens (versões masculinas e femininas). 2 Faxineiros que usam aspiradores de pó possibilitando sugar inimigos e itens do cenário, 2 cavaleiros de cavalinho de pau com super saltos, com pistolas de rolha de vinho e por fim alpinistas que a com ganchos descem por cordas, se agarram e escalam paredes.

Lembro que era complicado conseguir alugá-lo nas locadoras de games da cidade, sempre estava alugado e as reservas com filas. Não era muito comum jogos de aventura desse nível terem dois personagens na tela controlados ao mesmo tempo, e Magical Quest não tinha muita distinção de idade e sexo, meninos, meninas e adultos, todos gostavam, era unânime.

Screenshots de Disney’s Magical Quest 2 Starring Mickey & Minnie

No ano seguinte, Huguinho, Zezinho e Luizinho acham um livro mágico, controlado pelo Bafo de Onça (presente em toda a trilogia), que os engolem ao ser aberto e lido. Preocupado e querendo resgatar os sobrinho, Donald pede ajuda ao Mickey e juntos embarcam em mais uma aventura por um reino encantado. É, isso mesmo, não satisfeita com um sucesso atrás do outro, a Capcom, em 1995, lança “Disney’s Magical Quest 3 Starring Mickey & Donald”. E não é que mais uma vez conseguiu se superar?!

Podendo controlar tanto um quanto o outro, ou mais uma vez fazendo todo o percurso com dois jogadores, o último episódio da trilogia traz ainda mais inovação que o anterior. Contando com tudo que já existia nas versões anteriores e a capacidade de terem potencializado todos seus benefícios, Mickey e Donald tinham diferenças drásticas em seus gameplays e roupas bem diferentes. O que um fazia o outro não podia e vice versa. Isso além de tornar o jogo mais difícil, criava uma cooperação ainda mais necessária em caso de uma saga compartilhada.

Enquanto o Camundongo maravilha recebia sua roupa de Cavaleiro com uma luva de boxe na ponta da espada, o outro se vestia com um barril usando um martelo de plástico. Desse modo Donald podia boiar na água enquanto para seu parceiro sobrava afundar e gastar vidas.

Diferente de Circus Mystery, aqui é possível posicionar Mickey em cima do seu parceiro enquanto o mesmo estiver boiando, fazendo assim uma espécie de “boia” para atravessar lugares inundados. Essa cooperação é usada em passagens do jogo para alcançar lugares altos ou itens de auxílio. Depois temos uma vestimenta de escaladores de árvore e por fim um orelhudo mágico e um pato Aladdin, isso mesmo, com lâmpada mágica e tudo.

Screenshots de Disney’s Magical Quest 3 Starring Mickey & Donald

Infelizmente o capítulo final de Magical Quest só foi lançado no Japão para SNES, mas mesmo assim era possível encontrá-lo com facilidade para aluguel e compra. A versão ocidental, assim como os dois episódios anteriores, saíram também para Game Boy Advance (GBA) e mantiveram toda a qualidade do original com ainda a opção de ter a Minnie jogável no primeiro game.

Foi sem dúvidas a franquia da Disney de maior sucesso feita pela Capcom e um clássico inesquecível que marcou uma infinidade de jogadores na era de ouro da Nintendo. E é para elas nosso 4º lugar que finaliza a segunda parte do especial que trago com tanto carinho para vocês.

Já sabem, as ROMs e emuladores estão aí por toda parte. Sugiro que usem esse tempinho até nosso próximo encontro para tirar o atraso, rejogar quem jogou e jogar quem ainda não o fez. É rápido, fácil e o que é melhor, de graça. E com isso dá para matar o tempo até minha chegada com os 3º e 2º lugares.

Até mais, Camundongos!

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Sobre o Autor(a)

Formado em Administração com especialização em Marketing, o atual colunista do "O Camundongo" é amante nato do Universo Disney, viagens e games. Curioso com a arte da fotografia e culinária, tem como representantes de suas paixões "O Rei Leão", "Orlando" e "Kingdom Hearts" com menções honrosas de "Mario", "Zelda", "Final Fantasy", fotos sem flash e Cheesecake de amora.



  • Ótima matéria, Rafael! Embora eu não seja viciado em games quanto você, lendo essa segunda parte lembrei que joguei muito “Aladdin” e o primeiro “Magical Quest“. Costumava alugar ambos na locadora perto de casa. Bateu um sentimento de nostalgia e uma vontade de jogar de novo hahaha 😛

    • Vc deveria jogar mais VG. A começar pelos clássicos, já que seus olhos ainda não estão viciados nos gráficos HD dos video games mais atuais. É sempre mais fácil para quem não se importa com gráficos e coisital.
      Seria bom para dar um boost e depois ir para os jogos mais recentes. São jogos curtos, não dependem de grana para serem jogados e com certeza é uma diversão enorme.

    • Mancha_Negra

      Tenta expandir o site para um campo que chegue até o universo dos games. É um diamante as matérias desse cara.

  • Caio Bandeira

    Eu que o diga! Amo DuckTales e joguei tanto a versão remasterizada como a de NES! Fico muito feliz de você ter incluído esse jogo aqui! Aladdin eu joguei pouco pois tinha que alugar e acabava ficando caro, mas que é um jogasso é!

    • Hahahahaha gostou né?
      Ainda tem 3 capítulos pela frente. O que será que eles vão trazer a vcs hein? Tem bastante jogo ainda vindo por ai!

  • AeroRRR

    Excelente… Zerei 6 dos 7 jogos apresentados ai.. só Aladdin do mega que acabei não jogando.. Todos excelentes, com destaque especial pro MQ3 que é um dos melhores jogos de plataforma de todos os tempo.. Parabéns pela reportagem, muito profissional

    • MQ3 é meu preferido dos 3. Mas todos possuem a mesma qualidade. O 3 me trás mais gosto pois o Donald e o Mickey são meus preferidos, então juntou a fome com a vontade e deu aquilo. Sem contar que as roupas do Pato são mto criativas e a jogabilidade dele vai do interessante ao engraçado.

  • Jean Sambonha

    Aladdin e Magical Quest… saudades ……… Torcendo para o primeiro lugar ser do Castle of Illusion :p

    • Será? Hahaha
      No próximo episódio deve dar para tirar uma conclusão mais concreta sobre o 1º lugar!

  • BetoYork

    Infelizmente, eu nunca tive um Nintendo, então eu só joguei Aladdin algumas vezes nas casas dos meus amigos, mas eu tive um Playstation e adorava jogar A Pequena Sereia que possuía telas dos dois filmes, assim como O Rei Leão: Simba’s Mighty Adventure, e também adorava Aladdin – Nasira’s Revenge, Tarzan, Toy Story Racer, Hércules, Lilo e Stitch, 102 Dalmatians – Puppies to the Rescue e Tigger’s Honey Hunt (Tigão – O Filme).

    Bom, lembrei apenas desses e lembro que ficava horas jogando, mas só consegui fechar A Pequena Sereia, O Rei Leão e Tigrão. Todos eram complicadinhos e meu inglês era péssimo, rsrsrs.

    Nossa, já estou procurando vídeos no YouTube para lembrar.

    • Ramon

      Impressionado com a matéria. Muito boa e muito bem explicada. Legal ver tanta informação sobre tantos clássicos reunidos em um só lugar. Ainda não tinha visto o primeiro, gostei e curti o que vi.

      Parabéns. De verdade!

      • Isso era para mim, não? Hehehehehe

        Muito obrigado cara!

    • Sempre há tempo para re-jogar os clássicos cara. Eu mesmo estou tendo que fazer isso para fazer as matérias. Nada como realmente entrar na vibe para tudo ficar do jeito que tem que ser. Tenta baixar um emulador e correr atrás do tempo perdido. São jogos bem curtos que da para zerar em menos de 1:30. Vale muito a pena. ^_^

  • Mancha_Negra

    Rafael, eu demorei voltar na sua mensagem pois estava pensando o que e como escrever. Sabe todo o elogio que eu fiz com o primeiro texto? Pegue tudo aquilo, multiplique e terá minha reação com este aqui.
    Bem escrito, bem ornamentado, qualidade das imagens, tom de brincadeira mais aparente na dissertação, uma obra de arte vigorosa. Alguns aqui no setor que trabalho não acreditaram quando disse que todas essas palavras vinham de um fã, não um profissional. Um deles inclusive perguntou se você tinha interesse em publicar isso como artigo. Acho uma ideia válida por ser algo bem específico e de qualidade. Para alguns aqui tive que “traduzir” o que está escrito por não falarem português, mas os que entenderam se encantaram com a sua arte com as palavras.
    Gostei das curiosidades que eu ainda não sabia, curti bastante a lista dos classificados e estou na esperança de ainda ver World of Illusion nessa lista. É o jogo preferido da galera aqui.

    Infelizmente por aqui não há nenhum tipo de “cargo” que poderia usar esse potencial que vejo no que você faz. É um caso a se pensar e se um dia tiver essa oportunidade, gostaria de ter um contato seu para possível troca mais ampla de informações. Você já veio aos Estados Unidos? Se um dia vier, tenta entrar em contato comigo. Vou passar meu contato pro e-mail do site e espero que chegue até você. Estamos de olho no seu trabalho aqui. Continue crescendo.

    Tem previsão a cerca do episódio de n.3?

    • Sei nem o que responder. Hahahaha
      Tu me deixou sem graça! Mas fico feliz em saber que meu trabalho é bem feito. Pq pode ter certeza que da bastante trabalho.

      Já fui para os EUA diversas vezes. Pelo menos 2x ao ano eu tento ir. Vou para Orlando ao menos uma vez. Los Angeles eu nunca fui mas tenho vontade. Vou aguardar seu email. =)

      O episódio 3 vai ao ar no dia 22 de Março. Conto contigo lá hein! E agradece também ao pessoal da sua equipe aí. O sucesso das minhas matérias eu sempre dedico a quem as faz valer. É muito bom ter reconhecimento, da mais gás para continuar crescendo.

  • catarinadea

    Mentira que tem DuckTales para Xbox? Como eu não fiquei sabendo disso? :O
    Vou sair procurando por todo o lugar agora, haha.
    Muito boa a matéria, Rafa! Como não entendo muita coisa de games, fiquei feliz em aprender coisas novas! Sabe, nas festas infantis que eu vou de vez em quando, tem umas máquinas com emuladores que tem Aladdin. Dá uma nostalgia, aí fico revezando com meu irmão. <3

    • Tem sim Cat! E é lindo.
      Vc realmente deveria jogar! Não é mto fácil, pode ser até um pouco irritante dependendo do seu lvl como jogadora, mas é show demais.

      E eu nunca vi maquinas com emuladores que contenham Aladdin. Que legal isso. Eu geralmente quando vou nessas festas infantis, fico só nos Arcades mesmo. lol

  • Gustavo Ribeiro

    E eu que pensei que o episódio 1 estava bom, viu. Vc manda bem demais cara, isso aí ta muito bom. Suas palavras foram como música para minha vista, parecia estar lendo um soneto inteiro.
    Que dia sai o próximo? To aqui na expectativa!!!!!!!!!

    Que qualidade deste texto. Bem escrito e muito bem explicado. Até minha irmã que não entende nada de VG ficou com vontade de jogar. Ela disse que vc escreve para todo mundo entender. Manda bem demais.

    Vou correr atrás do Magical Quest 3 para re-jogar pq é bom demais. Os dois anteriores eu já joguei mto.

    Sorte aí cara, e parabéns de novo. Sucesso!

    • Uhauhauauah, valeu!

      O povo ta falando tanto da qualidade do txt que vou acabar acreditando. lol

      Eu geralmente escrevo pensando em todo público mesmo. Sei que muito fã da Disney não entende muito de video game, então a linguagem tem que ser popular e bem explicadinha para todo mundo poder entender sem qualquer dúvida. Acho que to no caminho certo então.

      Agradeço a vc e a sua irmã pelo reconhecimento. Abs e até a próxima.

  • Caroline Calzolari

    Parabéns pela matéria Rafael! Está bem detalhada! Estou curiosa para saber quem leva o primeiro lugar! =D Como já mencionei, não fui uma criança que cresceu com video game *senta no cantinho e chora* mas todos os meus amigos dizem que Aladdin foi um dos games mais legais que já jogaram! XD

    • Pow Carol, sempre há tempo. Não custa pegar um emulador, deixar no PC para quando quiser testar algo. São jogos de início de carreira de muito jogador por aí… então não exige tanta habilidade como os que temos hoje no mercado. Vale conferir. Duvido que se arrependeria.

      O primeiro lugar ta me dando um pouco de trabalho. Ainda to jogando ele(s) e espero conseguir fazer tudo que eu quero.

      Mais uma vez obrigado pelo elogio. Vindo de um ídolo é sempre bom! =)

  • Poxa cara, que honra ser comparado com o GT! E que exagero hein, hehehe.
    Mas muito obrigado, faço isso para vocês.

  • Nem me fala. Seria um sonho.
    Imagina a Capcom fazendo um MQ4 com os gráficos de hj em dia… animados com qualidade. Um jogo maior e cheio de novidades. Seria perfeito.
    E eu vou ainda mais longe, gostaria que fosse possível jogar com os 4… Donald, Minnie, Goofy e Mickey…
    Seria ainda mais perfeito em co-op online! *_*

  • E aí, tudo bem? Valeu pelo elogio e tudo mais. Mas nem tenho mais intenção em voltar para fóruns. Já deu para mim.
    Qt a divulgação, prefiro “não”. Sei que vai criar mais movimento por aqui mas tenho medo disso prejudicar um pouco algumas coisas. Desculpa e obrigado pelas suas honradas palavras, mas é melhor ficar só por aqui e quem achar, como vc, achou. ^_^
    Apareça sempre, o ep 3 vai ao ar dia 22.

  • Humberto Lima

    Adorei a matéria, Rafa! Perdi a conta de quantas vezes zerei o Aladdin de SNES. A fase oito era impossível, escapar das ondas de fogo da Caverna das Maravilhas sem encostar nas bordas hahaha

    • Valew Humberto.

      Agora vc precisa correr atrás do que ainda não jogou para fazê-lo.

      O mundo dos games é tão lindo e amplo… possui tantos clássicos, principalmente da Disney… é sempre bom dar uma chance para voltar a amar. Sério…

      Rola uns emuladores aí que são facílissimos de usar e achar jogos para rodar. Se tiver uma chance, corre atrás de umas obras aí que vc não vai se arrepender. É até bom para ter alguém no grupo para conversar a respeito. ^_^