Listas 2000 | Filmes para assistir quando você está se sentindo triste

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Uma das lições ensinadas por Divertida Mente (2015) é a importância da Tristeza para a nossa vida, como já comentamos em outra matéria, pois esse sentimento é parte de nós e precisa ser sentido. Afinal, a vida não é feita apenas de momentos alegres e é preciso haver um equilíbrio de Alegria e Tristeza para vivermos da melhor forma possível e podermos apreciar corretamente as pessoas, os animais, as coisas e afins.

Mas é inevitável. Em alguns dias, a Tristeza assume o comando e tudo parece te desagradar. Ou o seu dia foi terrível, horrível, espantoso e horroroso e tudo o que você precisa é de um pouco de distração. E uma boa escapatória para essas situações é assistir a algum filme. Então, selecionamos alguns dos filmes mais divertidos, alegres e que, com certeza, irão levantar o seu astral. Quando você se sentir triste ou desanimado, basta assistir a um desses longas para recuperar um pouco do ânimo!


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Esse é um dos filmes que eu acredito que passa a melhor mensagem para quem está com o emocional abalado. Ver a perseverança que Tiana tem para conseguir montar seu restaurante é uma inspiração para movermos adiante os nossos planos. De maneira divertida, A Princesa e o Sapo (2009) ensina sobre valorizarmos o que temos a nosso alcance e “cavarmos fundo” dentro de nós para encontrar as respostas para os nossos dilemas.

~ por Sarah


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Quando pensamos nos clássicos da Disney, dificilmente A Nova Onda do Imperador (2000) vem logo à memória. Mas se tem um filme que eu assistiria a qualquer momento, é esse. Poucas animações são tão engraçadas quanto a história de Kuzco. Então, quando o dia for meio caído, aposto que esse filme será uma boa opção pra te animar. Ultimamente, os longas de animação vem tentando inovar em um humor mais debochado e descontraído. Porém, há anos isso já foi feito de forma incrível em A Nova Onda do Imperador.

~ por Paulo


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Acho que não apenas eu, mas todo mundo que cresceu com Woody e Buzz tem uma conexão bem forte com Toy Story (1995). É aquele tipo de filme que tem uma essência muito inocente e traz um sentimento nostálgico bem gostoso. É daquelas animações que aquecem o coração e podem encerrar qualquer dia com chave de ouro, afinal, até brinquedos têm os seus dias ruins.

~ por Catarina


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Alexandre e o Dia Terrível, Horrível, Espantoso e Horroroso (2014), infelizmente, entra na categoria dos filmes menos conhecidos do Walt Disney Studios. No entanto, esse longa-metragem de título gigantesco merecia mais reconhecimento, porque traz uma mensagem muito bonita. Às vésperas de seu décimo segundo aniversário, Alexandre (Ed Oxenbould) acorda com um chiclete grudado em seu cabelo, e dali em diante, é tudo ladeira abaixo para ele, enquanto a vida de seus irmãos e pais é excelente. Tudo muda quando a sua família também enfrenta um dia ruim. Por não se levar a sério, o filme traz cenas engraçadíssimas e lição de moral no final é importante para todos nós.

~ por Lucas


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Histórias fazem do mundo um lugar melhor. Sejam elas contadas através de livros, músicas, ou filmes. Poucas vezes, porém, temos a chance de saber como são construídas. Walt nos Bastidores de Mary Poppins (2013) traz a história pessoal de P.L. Travers, a autora de Mary Poppins, e o longo – e dolorido – processo de ver seu livro transformado em um musical Disney. O filme está recheado de atuações maravilhosas, como Emma Thompson, como Travers, e Tom Hanks, como o próprio Walt Disney; e sua trilha sonora, baseada na original escrita para Mary Poppins (1964), nos traz nostalgia e conforto. Seu roteiro mostra como grandes escritores transformam em poesia e otimismo seu sofrimento; como várias pessoas colaborando, mesmo em discordância, podem criar um clássico atemporal; e como contadores de histórias fazem o mundo ter sentido.

~ por Caroline


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Um dos filmes mais épicos da Disney nos mostra sobre justiça e compaixão. Uma história triste que nos faz refletir sobre as aparências e como elas podem enganar. Uma frase citada no longa leva à reflexão: Quem é o monstro? E o homem quem é? O preconceito que cerca Quasímodo, em O Corcunda de Notre Dame (1996), fez com que as pessoas do vilarejo não enxergassem seu coração, e em muitos momentos da vida, precisamos olhar para dentro de nós mesmos e buscar nosso real valor, mesmo que ninguém mais o enxergue.

~ por Sarah


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Não é à toa que Vida de Inseto (1999) é o meu filme preferido do Pixar Animation Studios! A história de Flik é pra colocar qualquer um pra cima. Mesmo sendo desacreditado por todos, ele não desiste do que acredita e segue em frente. Tudo bem que, às vezes, o seu plano não vai conforme o planejado. Mas o que importa é a perseverança de Flik, que, com certeza, vai te inspirar e dar aquela ajuda pra sair da fossa.

~ por Paulo


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A vida real é um pouquinho mais complicada que uma frase de para-choque.” Eleito como o Melhor Longa-metragem do Queijo de Ouro 2017, Zootopia (2016) possui uma das melhores metáforas já feitas pela Disney, e não tem como isso não te animar ou pelo menos te motivar. A celebração da diversidade precisa nos fazer mais felizes, afinal estamos celebrando aquilo que nos faz sermos nós mesmo. Sim, é um filme fofo, é um filme engraçado, mas é também um filme que te faz refletir sobre as nossas atitudes e como sempre podemos melhorar e nos redescobrir.

~ por Catarina


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Tudo o que você precisa é de uma colher cheia de açúcar! Mary Poppins (1964) é um dos filmes mais icônicos do Walt Disney Studios e também uma ótima escolha para trazer uma dose de alegria para o seu dia. A babá praticamente perfeita, interpretada com maestria e muita magia por Julie Andrews, possui vários truques guardados na manga para cada ocasião, seja para encontrar um elemento de diversão nas tarefas ou uma estranha e comprida palavra para quando você não souber o que dizer. É praticamente impossível não se contagiar com a alegria de Mary Poppins e, ao final desse maravilhoso musical nostálgico, não se sentir melhor, especialmente por ver como a babá consegue mudar a vida da família Banks.

~ por Lucas


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Como uma criança dos anos 1990 que sou, não poderia deixar de escolher uma animação para essa Listas 2000. Quase nada poderia me animar mais em um dia melancólico quanto um desenho animado da Renascença. O conforto que Tarzan (1999) traz ao ser assistido muito tem a ver com nostalgia. Não apenas por ser uma animação tradicional com um roteiro criativo e personagens ótimos. Mas principalmente por ter uma trilha sonora maravilhosa e que sabemos de cor. As músicas, escritas por Phil Collins, fogem do estilo musical clássico e se encaixam perfeitamente no dia a dia moderno. “Son of Man“, por exemplo, nos dá aquele ânimo que tanto precisamos em dias difíceis – ou na academia. Enquanto “Strangers Like Me” faz com que não nos sintamos tão sozinhos e procuremos novos horizontes.

~ por Caroline


E assim, chegamos ao fim de mais uma edição da Listas 2000. Sentiu falta de algum filme? A qual filme você costuma assistir quando se sente cabisbaixo? Comente abaixo, e se por acaso ainda não nos segue em nossas redes sociais, faça isso agora e receba mais conteúdo do Universo Disney – estamos no Twitter, no Facebook, no Instagram, no YouTube, no Tumblr e no Snapchat (OCamundongo). Até mais!

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Sobre o Autor(a)

"Aqui, no entanto, nós não olhamos para trás por muito tempo. Nós continuamos seguindo em frente. Abrindo novas portas e fazendo coisas novas, porque somos curiosos. E a curiosidade continua nos conduzindo por caminhos novos." - Walt Disney



  • “O Livro da Selva” (Mogli- O Menino-Lobo, 1967). É o meu filme de animação preferido da Disney. Para além da animação e do visual 5 estrelas, tem um roteiro muito divertido e canções mesmo viciantes que deixa uma pessoa muito descontraída e feliz. Também me identifico como o seu protagonista Mogli porque vejo a jornada dele até á aldeia dos homens como uma metáfora sobre mudar de casa e eu sei como é que ele sentia, porque quando tinha 13 anos não queria mudar de casa, mas quando me mudei, conheci novos amigos que me fizeram ver como a cidade onde comecei a morar não é assim tão má, tal como o Mogli conheceu a Shanti no final do filme (a minha cena preferida do filme, que também gosto pela maneira de como ele reage ao conhecer uma fêmea da mesma espécie e da mesma idade dele).